Fisioterapia - TCC
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Item A pandemia de Covid-19 e o desenvolvimento motor de crianças em vulnerabilidade social participantes de um programa de extensão em Porto Alegre(2022-12-07) Saballa, Gabriela dos Santos; Bernardi, Caren Luciane; Departamento de FisioterapiaIntrodução: O cérebro infantil apresenta alto poder de plasticidade neuronal, sendo dependente de estímulos para maior aproveitamento deste período. Durante a pandemia de COVID-19, famílias de todos os níveis sociais apresentaram dificuldades ao enfrentar um longo período de convívio diário em casa e isolamento social, sobretudo, aquelas em situação de vulnerabilidade social. Objetivo: Tendo em vista esse cenário, o presente estudo tem como objetivo analisar o impacto que a pandemia de COVID-19 e o isolamento social causaram no desenvolvimento motor de crianças de zero a 3 anos de idade em situação de vulnerabilidade social. Métodos: Através das escalas SWYC, HAD, AHEMD e Questionário Covid-19 foram avaliados o desenvolvimento motor, o nível de depressão e ansiedade de cuidadores, as oportunidades de ambiente em que a criança vive e o impacto da Covid-19 na vida das famílias. Resultados: Foi encontrada uma correlação significante entre nível de ansiedade e depressão em mães e tempo de quarentena cumprido pelas famílias. Conclusão: Conclui-se que, mesmo em condições de vulnerabilidade socioeconômica, o fato de os cuidadores contarem com uma rede de apoio família e, ter momentos dedicados ao brincar e à estimulação da criança, são fatores protetores para o desenvolvimento infantil.Item Análise cinemática da marcha e função cognitiva em tarefas simples e tarefas duplas em indivíduos com doenças pulmonares(2023-12-05) Benedetti, Ramon da Silva; Cechetti, Fernanda; Departamento de FisioterapiaIntrodução: A marcha é uma das tarefas motoras que sofre maiores alterações e impacto funcional em indivíduos com patologias cardíacas e neurológicas. Estas alterações podem ser acentuadas quando em conjunto a tarefas duplas que podem causar dispersão da atenção em tarefas concorrentes. Portanto, este estudo tem como objetivo geral avaliar os aspectos cinemáticos da marcha e a função cognitiva durante tarefas simples e tarefas duplas em indivíduos com patologias pulmonares obstrutivas e restritivas. Métodos: Estudo de caráter comparativo e abordagem transversal em que 22 indivíduos com doenças pulmonares obstrutivas e restritivas compareceram ao Centro de Reabilitação Pulmonar do Pavilhão Pereira Filho, no Complexo Hospitalar Santa Casa, na cidade de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, para realizarem atividades de simples tarefa cognitivas (subtração e leitura no celular) e motora (marcha), seguidas das atividades de dupla tarefa, ou seja associando as tarefas cognitivas com a realização da marcha (marcha + subtração e marcha + leitura no celular). Para analisar variáveis cinemáticas da marcha foi utilizado um Equipamento Medidor Inercial com Acelerômetro e Giroscópio BAIOBIT (Marca Rivelo by BTS Bioengeneering, Milão, Itália) e as medidas analisadas na marcha foram: velocidade, cadência, simetria, propulsão, comprimento do passo, comprimento da passada, tempo do passo, tempo da fase de apoio duplo, tempo da fase de apoio simples e tempo da fase de balanço. Resultados: Na população analisada observou-se que parâmetros da marcha como velocidade, cadência e fase de balanço apresentam diminuição dos valores e apresentam aumento da fase de apoio e duplo apoio, ocasionando piora de desempenho funcional da marcha quando associados a tarefas cognitivas. Também foi observado diminuição do desempenho cognitivo quando associada a marcha. Tanto os déficits dos parâmetros cinemáticos da marcha quanto os déficits cognitivos foram observados maiores impactos na tarefa de leitura no celular. Conclusões: Demonstrou-se que indivíduos com doenças pulmonares apresentam déficit nos parâmetros cinemáticos da marcha e no aspecto cognitivo durante tarefas duplas em comparação a realização de tarefas simplesItem Análise de Prevalência de Lesões em Atletas Amadores de CrossFit no Município de Porto Alegre(2022-12-05) Hurovich, Camila; Silva, Marcelo Faria; Reis, Sérgio Joaquim Bittencourt dos Santos; Departamento de FisioterapiaIntrodução: A procura por esportes de alta intensidade tem crescido entre a população. Em razão disso, o CrossFit® se apresenta como um novo método de treinamento, po- rém, a realização de exercícios multiarticulares, em alta intensidade e em níveis de fa- diga, tem sido criticada em razão de seu potencial lesivo. Por isso, o objetivo deste es- tudo foi analisar a prevalência de lesões e os segmentos mais acometidos em atletas amadores de CrossFit® no município de Porto Alegre. Metodologia: Trata-se de um es- tudo de prevalência com abordagem transversal. Foi utilizado um questionário online e distribuído para atletas amadores de 18 a 60 anos. Os resultados das variáveis foram apresentados por meio de frequências absoluta e relativa e em média e desvio-padrão. A associação das variáveis foi pela Razão de Prevalência (RP), com IC95%, nas etapas univariada e multivariada. Foram considerados significativos os resultados cujo p-va- lor<0,05. As análises foram realizadas no software estatístico SPSS. Resultados: A po- pulação deste estudo foi de 242 atletas. A prevalência de lesão na modalidade foi de 44,2%. As regiões mais acometidas foram os ombros (27,1%), a coluna lombar (24,3%) e os joelhos (9,3%). A presença de lesão foi associada ao sexo masculino (p<0,001), que treina há mais de 18 meses (p<0,014), que sofreu uma lesão prévia (p<0,009) e que realiza outra modalidade esportiva (p<0,047). Conclusão: Conclui-se que os ombros constituem a região corporal mais acometida em indivíduos do sexo masculino que trei- nam há mais de 18 meses e que já sofreram uma lesão prévia e que realizam outra mo- dalidade esportiva.Item Associação entre a prática de atividade física, fatores ocupacionais e biológicos e a distância acromioumeral de indivíduos hígidos: um estudo transversal retrospectivo(2024-12-04) Beskow, Lucas Garske; Duarte, Marcus Vinicius Weber; Silva, Marcelo Faria; Mueller, Karen Fernanda; Departamento de FisioterapiaIntrodução: alguns pacientes com dor no ombro relacionada ao manguito rotador podem apresentar redução do espaço subacromial, resultando no estreitamento da distância acromioumeral e compressão do tendão supraespinhal contra o arco coracoacromial, favorecendo esta sintomatologia. A distância acromioumeral é definida como a menor distância entre a superfície da cabeça do úmero e a borda inferior do acrômio e pode ser medida por ultrassonografia, variando entre 9mm e 12mm em indivíduos saudáveis. O objetivo deste estudo é investigar se, em indivíduos hígidos, a prática de atividade física, a ocupação e o Índice de Massa Corporal (IMC) podem estar correlacionados à alteração da distância acromioumeral. Metodologia: o presente estudo utilizou um banco de dados previamente coletado e possui delineamento transversal retrospectivo. Foram incluídos dados de 35 indivíduos hígidos, sendo 17 mulheres e 18 homens, com idade entre 18 e 65 anos, alfabetizados, praticantes ou não de atividades físicas. O desfecho foi a distância acromioumeral em milímetros, mensurada em 0º e 60º de abdução do ombro por ultrassonografia. Achados: os resultados do nosso estudo não indicaram uma associação significativa entre a prática de atividade física, a ocupação ou o IMC e a distância acromioumeral em indivíduos hígidos. A diferença observada entre os sexos é compatível com as diferenças anatômicas já documentadas na literatura. Interpretação: Embora nossos resultados não tenham mostrado uma mudança substancial na distância acromioumeral com os fatores analisados, estudos futuros com amostras maiores e metodologias diferentes podem esclarecer melhor essas relações.Item Associação entre nível de atividade física, capacidade funcional e composição corporal em jovens saudáveis(2024-12-03) Tremea, Carlos Eduardo Maciel; Dal Lago, Pedro; Monteiro, Mariane Borba; Departamento de FisioterapiaIntrodução: Com o crescente uso de tecnologias, o tempo excessivo em frente a telas e o aumento de consumos ultraprocessados pela população, o índice de sobrepeso e obesidade vêm aumentando nas últimas décadas. Este aumento da porcentagem de obesidade e sobrepeso na população já vem se mostrando um problema de saúde pública. Estudos mostram que, neste ritmo, em 2035 teremos aproximadamente 50% da população brasileira com índices de obesidade. Além do aumento de peso da população, sabe-se que o nível de atividade física entre jovens adultos vem diminuindo, uma vez que o tempo sedentário está cada vez maior em relação aos períodos ativos. Com isso, o presente estudo visa entender como a composição corporal pode afetar o nível de atividade física e a capacidade funcional desta população. Métodos: Trinta jovens saudáveis, de ambos os sexos, com idade entre 15 e 29 anos, participaram do estudo. Inicialmente responderam ao questionário Internacional de Atividade Física e realizaram o Timed Up and Go (TUG) e o teste de caminhada de seis minutos. Foram instruídos para utilização de um acelerômetro durante cinco dias úteis, desprezando o final de semana, com finalidade de mensurar os níveis de atividade física. Resultados: Observou-se uma correlação positiva moderada entre a massa muscular e atividades leves (r = 0,368; p = 0,045). Identificou-se também correlação positiva moderada entre o número de passos diários e a distância percorrida no TC6 e correlação inversa fraca entre número de passos e tempo no TUG. Não se obteve associação estatisticamente significativa entre o índice de composição corporal e desempenho nos testes ou nível de atividade física. Conclusão: Não foi possível estabelecer correlações robustas do nível de atividade física com composição corporal e capacidade funcional, embora jovens com maior massa magra tenham realizado mais atividades de baixa intensidade. Apesar de associações com valores significativos, a amostra se demonstrou pequena para a transposição dos resultados visando a população geral.Item Avaliação da capacidade funcional após alta hospitalar de indivíduos internados na unidade de terapia intensiva por COVID-19: um estudo prospectivo de coorte(2022-12-06) Biasibetti, Mayco; Cechetti, Fernanda; Departamento de FisioterapiaOBJETIVO O objetivo deste estudo foi identificar as repercussões na capacidade funcional de indivíduos internados na unidade de terapia intensiva por COVID-19. MÉTODOS Tratou-se de um estudo de coorte prospectivo, em que foram incluídos indivíduos maiores de 18 anos que internaram na unidade de terapia intensiva com diagnóstico positivo de COVID-19. Nas avaliações realizadas, além de serem coletados dados do prontuário eletrônico, foram aplicados os seguintes instrumentos: Índice de Barthel, escala 36-Item Short Form Health Survey (SF-36), teste timed up and go (TUG), dinamômetro de preensão palmar, e um questionário próprio do estudo, para avaliar a independência em AVD’s, qualidade de vida, mobilidade e força muscular global respectivamente. Foi feita a análise da amostra, comparação dos dados na alta e após 90 dias e, por fim, todas as variáveis foram correlacionadas. RESULTADOS Os resultados mostraram que os indivíduos melhoraram quanto à sua capacidade funcional mas não retornaram ao seu máximo desempenho prévio à infecção da covid-19, principalmente quanto aos domínios da SF-36.Item Avaliação da funcionalidade após alta hospitalar em pacientes pediátricos com COVID-19.(2022-12-08) Moraes, Larissa dos Santos de; Tartari, Janice Luisa Lukrafka; Schaan, Camila; Departamento de FisioterapiaObjetivo: Avaliar a funcionalidade dos pacientes pediátricos internados com COVID-19 na internação, alta hospitalar e após a alta hospitalar. Secundariamente, correlacionar a presença de comorbidades, o tempo de internação, necessidade de UTIP, uso de suporte ventilatório e oxigenoterapia com algum grau de prejuízo funcional. Métodos: Estudo longitudinal retrospectivo, com pacientes pediátricos internados em hospital de referência, com teste RT-PCR positivo para Covid-19, realizado através de revisão de prontuários e contato telefônico após a alta hospitalar. Resultados: A amostra foi composta por 232 pacientes, desses 56% do sexo masculino, com mediana de 5 anos. O escore global da Escala de Estado Funcional Pediátrica (FSS- Brasil) foi de 7,3 (6-15) na admissão, 6,8 na alta e manteve-se 6,8 após a alta, 75% da amostra apresentou funcionalidade adequada nos três momentos de avaliação. Após a alta hospitalar, nenhuma criança apresentou disfunção severa ou muito severa. Não ter doenças prévias diminui em 94% o risco de déficit funcional. O uso de VMI não foi associado a funcionalidade e o tempo de internação e oxigenoterapia, apesar de estatisticamente significativos tiveram correlações fracas com a funcionalidade. Conclusão: A maioria das crianças mantiveram uma funcionalidade adequada ao longo do tempo. Os escores mais altos da Escala de Estado Funcional Pediátrica foram correlacionados com a presença de comorbidades e a necessidade de internação na UTI. Mais estudos com uma amostra maior, principalmente no follow-up são necessários para identificar déficits funcionais nessa população.Item Avaliação da rigidez arterial através da velocidade de onda de pulso (VOP), nível de atividade física e capacidade funcional em pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e sua correlação(2022-12-07) Souza, Gabriela Oliveira; Dal Lago, Pedro; Departamento de FisioterapiaIntrodução: A doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) é a terceira principal causa de morbimortalidade global e está associada a inúmeras manifestações sistêmicas, incluindo disfunção endotelial e maiores índices de rigidez arterial. A inatividade física pode resultar em maior incidência e mortalidade por doenças cardiovasculares, além de ser frequentemente associada a aspectos de morbimortalidade em muitas doenças crônicas, inclusive na DPOC. O número de passos diários é um determinante do estado de saúde e do risco de exacerbação em indivíduos com DPOC. Objetivo: caracterizar a velocidade de onda de pulso e o nível de atividade física de pacientes com DPOC. Métodos: trata-se de um estudo transversal, com amostra composta por pacientes com diagnóstico de DPOC moderada a muito grave (estadiamento II a IV, conforme obstrução ao fluxo expiratório). Foram coletados dados quanto à rigidez arterial pela velocidade da onda de pulso (VOP), teste de caminhada de 6 minutos (TC6) e número de passos diários. Resultados e Conclusão: Vinte e seis indivíduos foram recrutados (idade 66,5 ± 9,39 anos). O número de passos diários foi significativamente correlacionado com o TC6 (p <0,05), mas nenhuma correlação foi encontrada entre as medidas de função endotelial e rigidez arterial. Não houve comprometimento vascular nos indivíduos do estudo, além da ausência de correlação entre o número de passos diários com a função endotelial e rigidez arterial.Item Avaliação da variabilidade da frequência cardíaca em crianças e adolescentes após transplante renal(2024-12-04) Luft, Amanda Alves; Recoba, Karolayne de Lima; Lukrafka, Janice Luisa; Dal Lago, Pedro; Departamento de FisioterapiaO sistema nervoso autônomo (SNA) desempenha um papel fundamental na regulação das funções involuntárias do organismo, sendo a mensuração dos impulsos autonômicos simpáticos e parassimpáticos avaliada através da Variabilidade da Frequência Cardíaca (VFC). A VFC pode ser mensurada através do domínio tempo, frequência e não-linear. O objetivo primário do estudo foi avaliar a VFC em crianças e adolescentes após o transplante renal. Como objetivos secundários, analisar o comportamento da VFC, da força muscular periférica (FMP) e respiratória (FMR) três e seis meses após o transplante e a associação entre as variáveis. Trata-se de um estudo transversal analítico em crianças e adolescentes que foram submetidos ao transplante renal em um hospital de referência, sendo avaliado variáveis clínicas, antropométricas, VFC, força muscular periférica, força muscular respiratória e nível da atividade física. Foram avaliados 12 crianças no 3° mês e 8 no 6° mês, não sendo encontradas diferenças significativas entre os domínios da VFC, força muscular periférica e força muscular respiratória. Entretanto, encontramos correlações significativas entre as variáveis da VFC e a FMR e a FMP. Conclui-se que há uma tendência de melhora no controle autonômico e na atividade vagal entre o terceiro e o sexto mês nas variáveis do domínio tempo, enquanto as do domínio frequência refletem uma maior ativação simpática. A força muscular periférica e respiratória apresentou valores reduzidos, destacando a redução da capacidade muscular dessa população. As correlações observadas no terceiro mês indicaram que uma maior atividade parassimpática está associada a melhores indicadores de força muscular.Item Avaliação dos conhecimentos sobre cuidados paliativos dos alunos de graduação da UFCSPA(2022-12-06) Wochnicki , Gabriela Ramos; Rodrigues, Rayane da Silva; Moussalle, Luciane Dalcanale; Departamento de FisioterapiaO objetivo da pesquisa foi avaliar o nível de conhecimentos em cuidados paliativos dos alunos de graduação, assim como investigar o seu interesse e se consideram importante a implementação dessa temática em seus cursos. A coleta de dados foi realizada por um questionário online composto por 20 questões sobre cuidados paliativos com três alternativas de resposta: verdadeiro, falso ou “não sei”. Foi solicitado informações acerca do perfil do estudante, o contato prévio com o tema, sua percepção de conhecimento e a importância do ensino de cuidados paliativos. A amostra foi composta por 209 alunos que aceitaram participar do estudo, sendo a maioria mulheres e com média de idade de 22,9±5,0 anos. Destes, 71% relataram que tiveram contato com a temática, sendo a maioria em disciplinas da graduação. Quanto à avaliação sobre os conhecimentos, a média total de acertos no questionário foi de 85,2±12,8%. A grande maioria considera importante incluir conteúdos curriculares sobre cuidados paliativos no plano de estudos do seu curso. O estudo apontou lacunas no ensino de cuidados paliativos, ainda que a população analisada tenha demonstrado conhecimentos básicos acerca do tema, interesse e reconheça sua importância.Item Avaliação longitudinal da capacidade funcional e da espessura muscular em pacientes pediátricos com Fibrose Cística(2024-12-02) Strebel, Francisca Moura; Lukrafka, Janice Luisa; Departamento de FisioterapiaIntrodução: A Fibrose Cística (FC) é uma doença genética rara, caracterizada pela deficiência da proteína CFTR. Frente ao acometimento multissistêmico, a doença pulmonar destaca-se como a mais limitante aos pacientes, apresentando-se de forma progressiva e incapacitante, acarretando na redução do ganho de força muscular e da capacidade de funcional em atividades de vida diária. Objetivo: Este estudo longitudinal teve como objetivo avaliar a capacidade funcional e a espessura muscular do quadríceps femoral em pacientes pediátricos com FC ao longo de três anos. Métodos: Foram incluídos pacientes pediátricos com diagnóstico confirmado de FC, com idades entre 6 e 18 anos. As avaliações foram realizadas em 2021 e 2024. A capacidade funcional foi avaliada por meio do teste T-GlittreP, que simula atividades diárias, enquanto a espessura muscular do quadríceps femoral foi medida por ultrassonografia. Resultados: Após três anos de acompanhamento, as variáveis indicativas de capacidade funcional se mantiveram estáveis, com aumento dos valores preditos na espirometria. Observou-se um aumento significativo na espessura muscular do quadríceps femoral. Houve uma correlação positiva entre a espessura muscular e a capacidade funcional. Conclusões: A espessura muscular periférica, especialmente do quadríceps femoral, pode ser um importante indicador da capacidade funcional em crianças com FC. A avaliação contínua desses parâmetros é essencial para intervenções precoces, visando melhorar o prognóstico e a qualidade de vida dos pacientes com FC.Item Características sociodemográficas e clínico-funcionais de mulheres em atendimento em um ambulatório de fisioterapia em oncologia ginecológica(2024-12-02) Fortes, Julia Augustin e; Dias, Laura Hoffmann; Leites, Gabriela Tomedi; Macagnan, Fabrício Edler; Departamento de FisioterapiaIntrodução: Cânceres ginecológicos representam 15% dos casos de câncer entre mulheres no mundo, impactando a qualidade de vida e saúde reprodutiva feminina. Embora os avanços tecnológicos contribuam para o aumento da sobrevida, as pacientes enfrentam comorbidades e disfunções pélvicas que podem ocorrer em decorrência do tratamento, como estenose vaginal, fibrose, dor e alterações geniturinárias, ressaltando a importância do acompanhamento fisioterapêutico para mitigar essas complicações e promover o bem-estar das sobreviventes. Objetivo: Avaliar as características sociodemográficas e físico-funcionais de mulheres submetidas a tratamento oncológico em um ambulatório de fisioterapia de um hospital de referência. Métodos: Estudo retrospectivo com mulheres que realizaram acompanhamento ambulatorial fisioterapêutico após o término da braquiterapia, em um hospital especializado no município de Porto Alegre entre 2016 e 2024. As participantes foram caracterizadas conforme dados clínicos do tratamento e avaliações físico-funcionais disponíveis em prontuário. Resultados: Foram analisados os prontuários de 106 mulheres com câncer ginecológico submetidas à braquiterapia, considerando variáveis clínicas e demográficas. O câncer de útero foi a neoplasia predominante, com a maioria das pacientes tratada por quimioterapia e radioterapia externa. Disfunções do assoalho pélvico, como incontinência urinária, estenose vaginal e dor pélvica, destacaram-se como complicações frequentes associadas ao tratamento. Conclusão: Este estudo possibilitou identificar as principais características clínicas envolvidas com as comorbidades e disfunções do assoalho pélvico secundários ao tratamento do câncer ginecológico que associa tele e braquiterapia entre as estratégias antineoplásicas habituaisItem Comparing Prevalence of Sarcopenia Using EWGSOP2 and SDCO Definitions in Community-Dwelling Older Adults in Primary Care: a Cross-sectional Study(2024-12-02) Salvi, Lucas Farina; Stigger, Felipe de Souza; Lemos, Adriana Torres de; Departamento de FisioterapiaIntrodução: A sarcopenia é uma síndrome caracterizada pela perda progressiva de massa muscular, força e desempenho físico, sendo associada a maior risco de incapacidade funcional, quedas e mortalidade em idosos. Diferentes consensos diagnósticos, como o EWGSOP2 e o SDOC, apresentam critérios distintos, o que resulta em variações na prevalência e aplicabilidade prática. A identificação precoce da sarcopenia é fundamental para prevenir complicações e promover estratégias de intervenção eficazes, mas ainda há lacunas na comparação entre essas abordagens diagnósticas. Objetivos: Avaliar e comparar a prevalência de sarcopenia segundo os critérios do EWGSOP2 e do SDOC em idosos da comunidade, além de investigar a associação entre a sarcopenia e variáveis funcionais, incluindo força muscular, mobilidade e independência nas atividades diárias. Métodos: Estudo transversal com 61 idosos (≥ 60 anos), residentes na comunidade de Porto Alegre, Brasil. Os participantes foram avaliados em casa, com coleta de dados sociodemográficos, antropométricos e funcionais. A sarcopenia foi diagnosticada pelos critérios do EWGSOP2 e do SDOC, que consideram medidas de força de preensão manual, velocidade de marcha, circunferência da panturrilha e massa muscular. As análises incluíram testes funcionais, como Timed Up and Go, teste de caminhada de três metros, teste de sentar e levantar e índice de Katz. Testes estatísticos foram realizados para identificar correlações e diferenças entre sarcopênicos e não sarcopênicos, com significância estatística em p < 0,05. Resultados: O perfil funcional dos idosos mostrou limitações significativas associadas à sarcopenia (p < 0,001), incluindo pior força de preensão manual, menor velocidade de marcha e desempenho inferior nos testes de mobilidade, como Timed Up and, teste de sentar e velocidade de marcha. Idosos sarcopênicos também apresentaram menor pontuação no índice de Katz (p < 0,001), indicando maior dependência nas atividades diárias. Foi observada uma forte correlação entre a sarcopenia, diagnosticada pelo SDOC, e variáveis funcionais. Indivíduos sarcopênicos apresentaram pior desempenho nos testes funcionais, enquanto medidas antropométricas, como altura, peso e massa muscular relativa, não mostraram diferenças significativas entre sarcopênicos e não sarcopênicos, sugerindo um menor impacto dessas variáveis na avaliação funcional. A prevalência de sarcopenia foi significativamente maior com o critério do SDOC (78,6%) em comparação ao EWGSOP2 (7,1%) (p < 0,001), refletindo os enfoques distintos dos consensos. O SDOC foi mais sensível para identificar limitações (p < 0,001), apresentando maior associação com variáveis funcionais, incluindo pior força de preensão manual, menor velocidade de marcha e desempenho inferior nos testes de mobilidade. Comparando idosos diagnosticados com sarcopenia pelo SDOC, foi observado que esses indivíduos apresentaram desempenho inferior em todos os testes funcionais avaliados, reforçando a superioridade do critério para rastreamento de limitações funcionais em idosos. Conclusões: O SDOC demonstrou maior sensibilidade para identificar casos de sarcopenia e maior correlação com desfechos funcioais em comparação ao EWGSOP2, sugerindo ser uma ferramenta mais adequada para rastreamento na atenção primária. A forte associação entre sarcopenia e redução da funcionalidade destaca a importância de diagnósticos precoces e intervenções direcionadas para mitigar o impacto dessa condição. Esses achados reforçam a necessidade de padronizar critérios diagnósticos mais específicos, capazes de atender às demandas clínicas e promover um envelhecimento saudável na população idosa.Item Dismenorreia e sua relação com função sexual, atividade física e cotidiano acadêmico em universitárias(2023-10-04) Cassano, Ana Carolina Garcia; Leites, Gabriela Tomedi; Rosa, Patricia Viana da; Departamento de FisioterapiaIntrodução: A dismenorreia é a dor do tipo cólica que ocorre antes ou durante a menstruação, atingindo cerca de 90% de mulheres em idade fértil. Objetivo: O objetivo deste estudo foi identificar a prevalência de dismenorreia e fatores associados à função sexual, atividade física e cotidiano acadêmico em universitárias. Metodologia: Este é um estudo do tipo survey e foi realizado por meio de um questionário online elaborado através da plataforma Google Forms (CAEE 67535723.3.0000.5345). Foram aplicados questionários sociodemográficos, clínicos, além da aplicação do questionário validado FSFI. Os dados obtidos foram apresentados através de testes estatísticos. Resultados: A amostra foi composta por 222 mulheres, sendo que a prevalência de dismenorreia foi de 83,7%. Não foram encontradas relações entre a dismenorreia e a função sexual. A porcentagem de participantes com dismenorreia, ativas e inativas fisicamente, não teve diferença significativa. No entanto, a dismenorreia afetou negativamente o cotidiano acadêmico de universitárias, levando ao absenteísmo discente, temor com a chegada da menstruação e piora no desempenho em provas e avaliações. Conclusão: Existe alta prevalência de dismenorreia entre as universitárias, gerando impacto nos seus cotidianos acadêmicos, como sentimentos negativos, piora no desempenho e absenteísmo. Não foram encontradas diferenças significativas na função sexual e atividade física quando relacionados com a dismenorreia.Item Dor e funcionalidade em diferentes tipos de DTM: um estudo baseado nos questionários DC/TMD e CF-PDI(2024-12-04) Vogt, Natana Luíza; Silva, Marcelo Faria; Ferreira, Roberta Menezes Schulte; FisioterapiaIntrodução: A disfunção temporomandibular (DTM) refere-se a um grupo de distúrbios envolvendo os músculos da mastigação, a ATM e/ou as estruturas associadas. A etiologia dessa disfunção ainda é complexa e multifatorial, podendo envolver fatores psicológicos, emocionais, anatômicos, oclusão e até mesmo genéticos. Entretanto, embora seja de consenso geral que as disfunções temporomandibulares causem impacto na qualidade de vida dos pacientes, existem poucos estudos na literatura que demonstrem a relação entre o tipo de DTM com dor e funcionalidade, através de questionários específicos. Objetivo: Avaliar a associação entre os subtipos de DTM com dor e funcionalidade através dos questionários DC/TMD e CF-PDI. Metodologia: Estudo observacional do tipo transversal (n=42), divididos em três grupos estabelecidos pelo questionário DC/TMD: DTM artralgia, DTM mialgia, DTM mista. Através do T-Test avaliou-se a associação entre o tipo de DTM com a média da pontuação do questionário CF-PDI em cada domínio. Resultados: O tipo de DTM não tem influência sobre a dor e funcionalidade nos indivíduos acometidos, uma vez que não houve diferença estatisticamente significativa comparando os questionários DC/TMD e CF-PDIItem Efeitos da Drenagem Linfática Manual Associada à Técnica de Linfotaping no Linfedema Pós-mastectomia: relato de Caso(2022-12-07) Silva, Thaiane Cavalheiro da; Silva, Marcelo Faria; Bom, Marie Lutiele Hunnig; Departamento de FisioterapiaIntrodução: A segunda neoplasia mais frequente no mundo e a mais comum entre mulheres é o câncer de mama. O linfedema de membros superiores (MMSS) é uma complicação recorrente no pós-operatório de mastectomia, podendo afetar diretamente as atividades de vida diária. O objetivo deste estudo foi avaliar os resultados da técnica da drenagem linfática manual associada ao linfotaping na diminuição do linfedema nos MMSS em uma paciente pós-mastectomia bilateral, devido ao esvaziamento axilar. Relato de caso: Paciente do sexo feminino, submetida à mastectomia radical do lado esquerdo e mastectomia parcial do lado direito, com linfadenectomia diagnosticada com grau 2 de linfedema nos membros superiores. O tratamento foi composto por drenagem linfática manual, linfotaping, cuidados com a pele e orientações. A voluntária realizou 10 atendimentos de tratamento com 7 dias de intervalo. Conclusão: Este relato demonstra que o uso da técnica drenagem linfática manual associada ao linfotaping pode reduzir alguns dos sintomas gerados pelo linfedema em pacientes pós-mastectomizadas, promovendo a redução do edema, da dor e ganho na amplitude de movimento e, comoItem Efeitos da fisioterapia aquática e em solo sob a capacidade funcional em indivíduos com e sem doença de parkinson: um ensaio clínico randomizado(2023-12-05) Reis, Aline Poltronieri dos; Azevedo, Jean Lucaz Escobar; Cechetti, Fernanda; Scalco, Fernanda; Departamento de FisioterapiaOBJETIVO: Avaliar os efeitos de uma sessão de fisioterapia aquática (FA) em comparação com uma sessão de fisioterapia em solo (FS) sob a capacidade funcional de indivíduos com e sem Doença de Parkinson (DP), especificamente do subtipo rígido-acinético, com ênfase na musculatura paravertebral. MÉTODOS: Foram selecionados 20 idosos, 10 pertencentes ao Grupo Parkinson (GP) e os outros 10 ao Grupo Idoso (GI). Eles foram randomizados em um dos tratamentos, água ou solo, e, após um período de wash-out de 15 dias, realizaram o outro tratamento restante. Todos os participantes seguiram os mesmos procedimentos, que incluíram uma avaliação pré-intervenção, uma sessão de fisioterapia (solo ou aquática) e uma avaliação pós-intervenção. Os testes utilizados para avaliar a capacidade funcional foram: Timed Up and Go (TUG), Teste de Sentar e Levantar (TSL), Banco de Wells e Questionário de Autopercepção (QA) referente ao bem-estar e mobilidade. RESULTADOS: Foram observadas melhoras significativas em ambos os grupos. Na análise intragrupo de GP, na FA apenas o Banco de Wells e o QA referente ao bem-estar não apresentaram diferença significativa. Já na FS, somente o QA não demonstrou diferença significativa. Ambas as terapias apresentaram um comportamento semelhante. Em relação ao GI, todas as variáveis apresentaram diferenças significativas de análise intragrupo na FA, enquanto que na FS somente QA referente à mobilidade não variou significativamente. A comparação de variação intergrupo não apresentou diferença estatística. CONCLUSÃO: Conclui-se que ambas as intervenções resultaram em melhorias significativas na capacidade funcional para ambos os grupos, sem haver um tratamento superior ao outro. Portanto, a aplicação deste protocolo é viável e exequível, confirmando a possibilidade de realização de ambos os protocolos nessa população num posterior estudo longitudinal.Item Efeitos do treinamento de força sobre fatores cardiometabólicos em Indivíduos com Síndrome Metabólica: revisão integrativa(2022-12-05) Franzmann, Vinícius Smaniotto; Dal Lago, Pedro ; Dorneles, Gilson Pires; Departamento de FisioterapiaIntrodução: Síndrome Metabólica se caracteriza como um conjunto específico de alterações cardiometabólicas (diabetes mellitus tipo II, hipertensão arterial, dislipidemia e obesidade) que predispõem ao aumento do risco de doenças cardiovasculares. Entre as opções de tratamento não-farmacológico destaca-se o treinamento de força devido ao seu impacto sobre as alterações previamente descritas. Objetivo: Avaliar o potencial do treinamento de força sobre fatores de risco cardiometabólicos de pacientes com Síndrome Metabólica. Metodologia: Foi conduzida uma revisão integrativa utilizando três bases de dados (Medline/PubMed, SciElo e Lilacs). Para cada uma delas, realizaram-se buscas utilizando-se dos mesmos descritores. Após a busca inicial dos artigos, estes passaram por uma seleção minuciosa dos revisores em consonância com os critérios de inclusão. Resultados: 210 artigos foram encontrados, destes 13 foram incluídos. Tendo um número total de 476 indivíduos analisados, somando todos os estudos analisados. Doze dos treze estudos avaliados encontraram desfechos favoráveis em ao menos um dos fatores de risco ao expor os indivíduos com SM ao treinamento resistido, tendo a obesidade sendo o componente com maior resposta à intervenção. Conclusão: Os estudos descritos na presente revisão indicam a eficácia do treinamento de força para redução do percentual de gordura/circunferência de cintura, melhora do lipidograma, diminuição da resistência à insulina e da pressão arterial .Item Estudo da percepção de dor e a incapacidade autorrelatada na dor crônica do ombro em praticantes de CrossFit(2022-12-07) Gonzatti, Letícia; Silva, Marcelo Faria; Santos, Sérgio Joaquim Bittencourt dos; Departamento de FisioterapiaIntrodução: O método de treinamento CrossFit®, apresentou uma crescente popularização nos últimos anos. Já a dor no ombro é uma condição musculoesquelética comum e que afeta desde praticantes não competidores a atletas de alta performance nas modalidades que realizam movimentos de repetição e de carga máxima acima da cabeça. O objetivo deste estudo é verificar o comportamento na percepção de dor e na incapacidade autorrelatada na dor crônica no ombro de praticantes de CrossFit®. Metodologia: Trata-se de um estudo transversal que foi aprovado pelo CEP conforme o parecer 5.406.740. Foi utilizado um questionário on-line elaborado e adaptado para a ferramenta Google Forms composto por 7 seções que ficou disponível para respostas entre junho e agosto de 2022. Para avaliar a dor e a incapacidade autorrelatada, optou-se por utilizar o questionário SPADI e para mensurar a percepção da dor foi utilizado a NRS. Para as comparações entre os grupos foram aplicados os testes t de Student, Mann-Whitney e Qui-Quadrado. Foram obtidas as medidas de Odds Ratio com intervalo de confiança de 95% para as escalas de incapacidade e de dor na análise uni e multivariada, realizadas através da análise de regressão logística. As covariáveis de ajuste da etapa multivarida foram os dados clínicos. Foram considerados significativos os resultados cujo p-valor<0.05. As análises foram realizadas no software estatístico SPSS. Resultados: O questionário foi respondido por 484 indivíduos, onde 139 foram excluídos por não atenderem aos critérios de inclusão. A presença de dor crônica foi associada a 65,8% dos praticantes que treinam há mais de 18 meses (p<0,008) sendo equivalente a 71,3% da amostra total que treina CrossFit® 60 minutos por dia. Dos 55 praticantes que fazem algum uso de medicamentos ansiolíticos e/ou antidepressivos, 19,9% tinham dor crônica no ombro e 10,7% não tinham dor crônica. Os praticantes com dor crônica no ombro apresentaram nível alto de dor em repouso (2 [0; 4]) enquanto o outro grupo não relatou presença de dor no repouso. Conclusão: Os resultados apresentados neste estudo mostram que é necessário ter uma atenção maior para questões psicológicas na dor crônica de praticantes de CrossFit®, além de observar as outras variáveis presentes que podem influenciar na dor. De forma geral, ainda se faz necessário mais estudos que possam compreender a dor e fatores biopsicossociais modulando a dor crônica nesta modalidade esportiva.Item Estudo Exploratório de Prevalência de Lesões em Atletas Amadores de Futevôlei(2022-12-05) Ferreira, Giulia Bragati Mércio Pereira; Silva, Marcelo Faria; Reis, Sérgio Joaquim Bittencourt dos Santos; Departamento de FisioterapiaINTRODUÇÃO: O futevôlei é um esporte cuja prática envolve o corpo de maneira global. A dinâmica de jogo é rápida, envolvendo mudanças de direção, aceleração e desaceleração em solo arenoso. A exposição ao esporte pode constituir situação de risco para o surgimento de lesões. O objetivo deste estudo foi delinear a prevalência de lesões esportivas em atletas amadores de futevôlei associando-as com variáveis predisponentes. METODOLOGIA: Trata-se de um estudo descritivo transversal. Os dados foram coletados através de questionário on-line autoaplicável. As associações foram verificadas pelos testes Qui- Quadrado e Exato de Fisher. Foram considerados significativos os resultados cujo p-valor<0.05. As análises foram realizadas no software estatístico SPSS. RESULTADOS: A prevalência de lesões foi de 36,6%, sendo a maioria do tipo muscular. A região corporal mais lesionada foi o joelho, tendo associação com lesão articular. Acometimentos na panturrilha estão associadas com a frequência de treinamento de 3 a 4 vezes por semana. As lesões tiveram relação com a má execução dos gestos esportivos em atletas cujo tempo de prática é inferior a 6 meses. Houve associação significativa entre acometimento ligamentar e realização de alongamento imediatamente após a prática. CONCLUSÃO: A prevalência de lesões foi de 36,6% sendo estas mais frequentes em membros inferiores e o joelho a região mais acometida.
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