PPGCR - Teses
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Item Efeitos do uso de incentivadores respiratórios na reabilitação de idosos com Disfonia: ensaio clínico randomizado(2025-03-06) Bello, Jade Zaccarias; Cassol, Mauriceia; Programa de Pós-Graduação em Ciências da ReabilitaçãoEste estudo caracteriza-se como um ensaio clínico randomizado, e têm com objetivo verificar os efeitos da técnica de Oscilação Oral de Alta Frequência Sonorizada (OOAFS), da técnica com o tubo de silicone e das duas técnicas associadas em relação às funções fonatórias e respiratórias em indivíduos idosos com disfonia. Fizeram parte do estudo 51 idosos com diagnóstico otorrinolaringológico prévio de presbilaringe. Os participantes foram alocados em três grupos: G1 - grupo no qual foi aplicada a técnica de OOAFS; G2 - grupo que realizou a técnica com tubo de silicone; G3 - grupo com associação da técnica de OOAFS e tubo de silicone. Os encontros tiveram frequência de uma vez por semana por um período de 8 semanas. Os participantes foram avaliados quanto a avaliação perceptivo-auditiva, com a escala GRBASI, tempos máximos de fonação (TMF), capacidade vital (CV), Escala de Depressão Geriátrica e Rastreamento de Alterações Vocais em Idosos. Na escala GRBASI, não houve mudança na qualidade vocal após a intervenção. Tanto para os TMFs quanto para a medida de CV, os dados mostraram mudanças estatisticamente significativas, sem haver diferença nos efeitos da terapia na comparação entre grupos. Na escala de depressão geriátrica e instrumento de rastreamento de alterações vocais em idosos os resultados apresentaram diferenças estatisticamente significativas nas avaliações pós intervenção, de forma homogênea entre os grupos. O presente estudo verificou efeitos positivos da terapia com incentivadores respiratórios em idosos em relação aos sintomas depressivos e sintomas vocais autorrelatados, assim como observaram-se dados estatisticamente significativos em relação às medidas de CV e TMF. Este estudo de destaca por sua relevância para o campo da saúde, comprovando que as técnicas utilizadas podem ser alternativas terapêuticas de baixo custo para a terapia vocal em idosos.Item A sarcopenia em idosos: metodologias de treinamento físico e avaliação dos critérios diagnósticos(2022) Ferreira, Luís Fernando; Rosa, Luis Henrique Telles daIntrodução: A sarcopenia vem sendo um problema de saúde mundial, tendo alto custo para sistemas de saúde, e grande impacto na vida do indivíduo idoso. Isso sus citou diversas pesquisas na área, culminando na publicação de diversos consensos de sarcopenia. Porém ainda existem áreas não claras nas pesquisas de sarcopenia, como a padronização da avaliação dos critérios diagnósticos, e os melhores métodos de prevenção e tratamento da síndrome. Esta tese é composta por dois artigos: o primeiro é uma revisão sistemática de revisões sistemáticas, objetivando comparar os resultados entre diferentes métodos de treinamento físico diante dos critérios diagnós ticos de sarcopenia; o segundo, um estudo transversal, avaliou idosos com as avalia ções propostas pelo EWGSOP, buscando demonstrar as correlações entre os méto dos de diagnóstico da sarcopenia. Métodos: O estudo 1 é uma revisão sistemática de revisões sistemáticas. Estratégia de busca incluiu MeSH para idosos e sarcopenia, realizada nas principais bases de dados. Os estudos selecionados incluem idosos submetidos a treinamento físico em comparação aos grupos controle. O estudo 2 é transversal, onde idosos foram avaliados para os critérios diagnósticos de sarcopenia recomendados por EWGSOP. Resultados: No estudo 1, 494 revisões sistemáticas foram encontradas. Após a triagem, 5 foram incluídos (48 artigos. n=3877). Idade mé dia: 74,02+6,1. 73,44% do sexo feminino. Duração média das intervenções: 17,38 se manas (média: 2,56 sessões semanais). AMSTAR e PRISMA apresentaram alta qua lidade metodológica. Meta-análises compararam os resultados das intervenções de treinamento de resistência (RTA) com outras que não a resistência (NRTA). Força de preensão palmar, SMM e velocidade de marcha apresentaram diferenças estatistica mente significativas (DES) favoráveis ao GI. Teste de sentar-e-levantar, RTA mostrou DES favorável ao GI; em NRTA ao GC. O timed-up-and-go não mostrou DES. Já no estudo 2, 78,31% eram mulheres, a média de idade foi de 67,85+5,27 anos. Nas ava liações de força foi encontrada correlação moderada entre preensão manual e PT de quadríceps e alta com PT de isquiotibiais. Avaliações de PT mostraram alta relação entre eles. A MME apresentou alta correlação com a MLG e baixa correlação com CP e CMB. A MLG apresentou alta correlação com todas as avaliações de composição corporal. No desempenho físico, VMU teve correlação moderada com SPPB e alta com TUG. O TUG apresentou baixa correlação com SPPB e VMU. Conclusões: O artigo 1 demonstrou que fazer parte de qualquer programa de treinamento pode ser benéfico para sarcopenia em idosos, com TF melhor para força e MME, e modalidades 8 mistas para performance física. Já o estudo 2 demonstrou que o teste de preensão palmar apresenta as melhores correlações e menor custo entre os testes de força muscular, enquanto o teste de sentar e levantar parece não ser adequado para esta variável. Para MME a BIA apresenta as melhores correlações, embora testes mais rápidos e baratos, como a antropometria, sejam uma opção viável. Para a performance física, VMU apresentou as melhores correlações. Os outros testes para esta variável, embora possuam boa correlação entre eles, devem ser adaptados às neces sidades do idoso em sarcopenia severa, a fim de avaliar mais fidedignamente