Grau de processamento dos alimentos ingeridos por mulheres vegetarianas estritas e não vegetarianas: um estudo transversal

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Contexto: O consumo de alimentos ultraprocessados é prejudicial à saúde, mas há poucos estudos com vegetarianas estritas nesse contexto. Objetivo: Analisar e comparar o grau de processamento dos alimentos ingeridos por mulheres vegetarianas estritas e não vegetarianas. Métodos: Estudo transversal na linha de base de um ensaio clínico com mulheres vegetarianas estritas (VEG) e não vegetarianas (N-VEG). A ingestão alimentar foi obtida com registros alimentares de três dias (dois típicos e um de fim de semana) via WhatsApp e calculados no WebDiet®. O processamento dos alimentos foi classificado em quatro grupos conforme a classificação NOVA: in natura/minimamente processados, ingredientes culinários processados, processados e ultraprocessados. Comparações entre VEG e N-VEG foram realizadas pelo teste Mann-Whitney. Comparações entre os graus de processamento foram realizadas pelo GEE, com teste Sidak para comparações múltiplas. Foi usado software SPSS 25.0, e nível de significância de 5%. Resultados: Participaram 66 mulheres. Sendo 32 VEG com 26,1 (24,8-30,8) anos e 22,5 (21,1-24,2) kg/m2; 34 N-VEG com 29,1 (24,9-34,7) anos e 23,6 (20,9-26,6) kg/m2 . As VEG consumiram mais alimentos in natura e minimamente processados [47,3 (36,6-57,3) versus 36,7 (30,7-44,7) %VET, p=0,007], e menos ultraprocessados [18,0 (9,0-26,2) versus 28,8 (23,3-38,8) %VET, p<0,001] que o grupo NVEG, respectivamente. Não houve diferença significativa entre os grupos no consumo de alimentos dos outros grupos. Conclusão: As vegetarianas estritas consumiram alimentos mais saudáveis ao dar preferência à alimentos com menor grau de processamento, e limitar a ingestão de ultraprocessados, comparadas às não vegetarianas.

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Trabalho de conclusão de curso (Graduação) - Nutrição, Fundação Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre.

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Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre
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