Influência de polimorfismos do gene PON1 na resposta terapêutica de estatinas

dc.contributor.advisorFiegenbaum, Marilu
dc.contributor.authorSouza, Jéssica Aguiar de
dc.date.accessioned2016-10-24T13:40:46Z
dc.date.accessioned2023-10-09T18:55:18Z
dc.date.available2016-10-24T13:40:46Z
dc.date.available2023-10-09T18:55:18Z
dc.date.date-insert2016-10-24
dc.date.issued2015
dc.descriptionDissertação (Mestrado)-Programa de Pós-Graduação em Patologia, Fundação Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre.pt_BR
dc.description.abstractIntrodução: Elevação nos níveis de LDL-C é determinante para o aparecimento da aterosclerose. Como abordagem terapêutica as estatinas se destacam, uma vez que regulam a velocidade de síntese do colesterol. As paraoxonases humanas são uma família de enzimas polimórficas, sintetizadas e secretadas pelo fígado, que se ligam fortemente ao HDL-C, conferindo-lhe maior potencial antioxidante e diminuindo a acumulação de peroxidação lipídica do LDL-C. Objetivo: Estudar a influência de variantes no gene PON1 na resposta à hipolipemiante ao tratamento com sinvastatina e atorvastatina em indivíduos habitantes de Porto Alegre. Material e Métodos: Nossa coorte foi composta por 643 pacientes dislipidêmicos com prescrição médica de uso de estatinas. Níveis séricos de CT, HDL-C, LDL-C e TG foram mensurados antes e após aproximadamente 6 meses de tratamento com sinvastatina ou atorvastatina. As genotipagens foram realizadas através da técnica de PCR em tempo real para dois polimorfismos do gene PON1, Q192R (rs662) e L55M (rs854560). Resultados: Quanto ao polimorfismo Q192R (rs662), pacientes que possuem o alelo Q alcançaram mais a meta lipídica de HDL-C quando comparado aos homozigotos RR (2 P=0.009, análise de ajuste residual P=0.003). Em relação ao polimorfismo L55M (rs854560), os homozigotos LL foram sub-representados entre os sujeitos que atingiram a meta do HDL-C (2 P=0.026, análise de ajuste residual P=0.008). Através de uma análise logística multivariada observamos que o sexo feminino (OR=1.71, CI95%=1.04-2.83, P=0.036), os níveis basais de HDL-C (OR=1.13, CI95%=1.10-1.16, P<0.001) e os genótipos QQ/QR + MM/ML aumentam a chance de atingir a meta de HDL-C (OR=2.81, CI95%=1.35-5.85, P=0.006). Conclusões: Nosso estudo observou que os polimorfismos estudados, Q192R (rs662) e L55M (rs854560) possuem um papel importante na resposta interindividual em alcançar a meta dos níveis de HDL-C.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufcspa.edu.br/handle/123456789/384
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.relation.requiresAdobe Readerpt_BR
dc.rightsAcesso Aberto Imediato*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/*
dc.subjectDislipidemiaspt_BR
dc.subjectHDL-Colesterolpt_BR
dc.subjectLDL-Colesterolpt_BR
dc.subject[en] Dyslipidemiasen
dc.subject[en] Cholesterol, HDLen
dc.subject[en] Cholesterol, LDLen
dc.titleInfluência de polimorfismos do gene PON1 na resposta terapêutica de estatinaspt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
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