Estigma em relação aos fumantes entre os profissionais da área da saúde

dc.contributor.advisorGerbase, Margaret Weidenbach
dc.contributor.authorSiebeneichler, Aline Stalder
dc.date.accessioned2021-06-09T17:36:56Z
dc.date.accessioned2023-10-09T14:00:16Z
dc.date.available2021-06-09T17:36:56Z
dc.date.available2023-10-09T14:00:16Z
dc.date.date-insert2021-06-09
dc.date.issued2018
dc.descriptionDissertação (Mestrado)-Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde, Fundação Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre.pt_BR
dc.description.abstractIntrodução: A sensibilização quanto aos efeitos nocivos do tabagismo e a não estigmatização do paciente fumante são condições essenciais que permitem aos profissionais da saúde exercerem seu trabalho de forma empática e competente. Entretanto, ainda são limitadas as evidências disponíveis na literatura que examinaram a percepção dos profissionais da saúde acerca do estigma contra o tabagista. O objetivo deste estudo foi investigar o estigma em relação aos fumantes entre profissionais da saúde e estudantes da área da saúde. Métodos: 384 profissionais e estudantes da área da saúde oriundos respectivamente do Complexo Hospitalar da Irmandade Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre e da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre concordaram em completar um questionário com dados sócio-demográficos e hábito tabágico, assim como uma escala de 15 ítens acessando estigma e a conscientização quanto aos efeitos do fumo. Dados descritivos e análise univariada estratificando e comparando a população de acordo com sexo, atividade profissional e hábito tabágico foram realizados utilizando o software SPSS versão 22. Resultados: A maioria dos participantes eram mulheres (277 versus 107 homens), 62,2% eram assistentes de enfermagem, enfermeiro/as ou médico/as, e 11.7% da população declarou ser fumante ou ex-fumante. O escore médio de estigma calculado a partir de itens da escala desenvolvida foi de 25,8±4,8 (média ± desvio padrão; escore mais baixo possível indo de 11 ao mais alto de 44). Aproximadamente 25% dos participantes ficaram acima do percentil 75 de escore identificando estigma. Comportamento estigmatizante por profissionais da saúde em relação aos pacientes foi evidenciado por 37,5% dos participantes no estudo. Estudantes demonstraram escore de estigma significativamente mais baixo que os profissionais já formados, sendo os estudantes de medicina os com o menor escore entre as áreas de atuação da população estudada. A estratificação da população para outras co-variáveis, como tabagismo, idade e sexo, não demonstrou significância estatística entre os grupos. Conclusão: O escore de estigma relativamente alto e o comportamento estigmatizante reportado entre profissionais da saúde em respeito ao paciente fumante encontrados neste estudo são relevantes e podem não ser uma realidade isolada. Esses resultados enfatizam a importância de investigar a abordagem do paciente tabagista pelos profissionais de saúde.pt_BR
dc.description.abstract-enIntroduction: Sensitization to the harmful effects of smoking and lack of stigma regarding patients smokers are essential conditions allowing health professionals to provide competent and empathic care. However, evidence assessing healthcare professionals' awareness regarding smoking and notably stigma is still scarce. The aim of this study is to investigate stigma towards smokers among healthcare professionals and students. Methods: 384 healthcare providers and health sciences' students agreed to complete a questionnaire on socio-demographic data and smoking habits, as well as a 15-item scale assessing stigma and awareness to smoking effects. Descriptive data and univariate analyses stratifying by sex, professional activity or smoking habit were performed using SPSS software version 22. Results: Participants were mainly females (277 women vs. 107 men), 62.2% of the participants enrolled in the study were medical doctors and students, certified nurses or nurse assistants. Globally, 11.7% of participants in the study declared to be smokers or ex-smokers. The mean stigma score calculated from the specific scale items was 25.8±4.8 (mean±SD; lowest possible stigma score from 11 to highest stigma score possible of 44). Nearly 25% of participants were above the 75% percentile score indicating stigma. Stigmatic behavior of peers regarding patient smokers was reported by 37.5% of the participants. Medical students demonstrated a lower stigma score when compared to the general study population, while stratification by other covariables did not show statistical significance. Conclusion: The important stigma score and the report of stigmatic behavior among health professionals regarding the smoking patient found in this study is of relevance and might not be an isolated reality. Those results highlight the need to further investigate stigma behavior by healthcare providers in other contexts.pt_BR
dc.description.sponsorshipCAPESpt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufcspa.edu.br/handle/123456789/1614
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherWagner Wessfllpt_BR
dc.relation.requiresTEXTO - Adobe Readerpt_BR
dc.rightsAcesso Aberto Imediatopt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/*
dc.subjectEstigma Socialpt_BR
dc.subjectTabagismopt_BR
dc.subjectProfissionais da Saúdept_BR
dc.subjectEstudantes de Ciências da Saúdept_BR
dc.subject[en] Social Stigmaen
dc.subject[en] Tobacco Use Disorderen
dc.subject[en] Health Personnelen
dc.subject[en] Students, Health Occupationsen
dc.titleEstigma em relação aos fumantes entre os profissionais da área da saúdept_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
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