A implicação dos alimentos à saúde humana: alimentos ultraprocessados e azeite de oliva
Carregando...
Data
Autores
Título da Revista
ISSN da Revista
Título de Volume
Editora
Resumo
Introdução: Com base no estudo em alimentos tem-se como objeto de estudo dessa
dissertação os alimentos ultraprocessados e o azeite de oliva. Os alimentos
ultraprocessados são classificados de acordo com o grau de processamento e
adição de ingredientes que são apenas a nível industrial. O processamento gera
diversos alimentos com aditivos e conservantes, e o consumo desses alimentos pela
população gera um potencial risco à saúde, associando principalmente ao maior
risco de mortalidade. Em relação ao azeite de oliva e seus compostos fenólicos tem-
se estudado os potenciais efeitos cardioprotetores de seu consumo na população,
avaliando que sua composição pode atuar na saúde como um potencial protetor às
doenças cardiovasculares e seus fatores de risco, como no nível de pressão arterial,
teor de perfil lipídico e de marcadores inflamatórios que causam danos à saúde
cardiovascular.
Objetivo: Relacionar dados sobre o consumo de alimentos ultraprocessados como
fator de risco de mortalidade e também o consumo de azeite de oliva e sua
composição como fator protetor de doenças cardiovasculares e seus fatores de
risco.
Metodologia: Foram realizadas uma revisão sistemática e uma revisão de revisões
sistemáticas, sendo o objetivo da revisão sistemática avaliar o consumo dos
alimentos ultraprocessados e o risco de mortalidade, por meio da pesquisa científica
através dos bancos de dados PubMed, Scopus e Web of Science. Foram
sistematicamente pesquisados estudos que examinam a relação entre o consumo
de alimentos ultraprocessados e o risco de mortalidade. A análise de evidências foi
realizada usando uma ferramenta para avaliar o risco de viés e qualidade
metodológica (NOS), e baseada no protocolo PRISMA e suas etapas, um total de
cinco estudos foram incluídos. A revisão de revisões sistemáticas foi realizada por
meio da busca sistemática de revisões nos bancos de dados científicos PubMed,
Web of Science e Cochrane Library. Foram incluídos artigos que analisaram a
relação entre o consumo de azeite de oliva e as doenças cardiovasculares,
totalizando seis artigos. Utilizou-se ferramentas para avaliar o risco de viés (ROBIS),
qualidade metodológica (AMSTAR-2) e qualificação da evidência (GRADE).
Conclusão: O efeito do consumo dos alimentos ultraprocessados gera um aumento
de risco de mortalidade, e tal risco aumenta quanto maior é a ingestão desses alimentos, portanto o consumo desse grupo alimentício está associado a um maior
risco de mortalidade da população. Já com relação ao efeito potencial cardioprotetor
do azeite de oliva e de seus compostos fenólicos, demonstrou-se que quanto maior
o teor de compostos fenólicos do azeite de oliva maior é a redução dos possíveis
fatores de risco cardiovasculares, como a melhora do perfil lipídico, pressão arterial
e marcadores inflamatórios.
Descrição
Dissertação (Mestrado)-Programa de Pós-Graduação em Ciências da Nutrição, Fundação Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre.
Citação
Coleções
Avaliação
Revisão
Suplementado Por
Referenciado Por
Licença Creative Commons
Exceto quando indicado de outra forma, a licença deste item é descrita como Acesso Aberto Após Período de Embargo

