Estudo das discrepâncias clínicopatológicas em autópsias hospitalares do Departamento de Patologia e Medicina Legal da UFCSPA
dc.contributor.advisor | Roehe, Adriana Vial | |
dc.contributor.author | Petry, Adriana Ubirajara Silva | |
dc.date.accessioned | 2017-07-31T14:52:46Z | |
dc.date.accessioned | 2023-10-09T18:55:20Z | |
dc.date.available | 2017-07-31T14:52:46Z | |
dc.date.available | 2023-10-09T18:55:20Z | |
dc.date.date-insert | 2017-07-31 | |
dc.date.issued | 2017 | |
dc.description.abstract | Introdução: A autópsia é método tradicional em patologia para estudo das doenças ou lesões, fundamental para elucidar a causa do óbito. No entanto, as taxas de realização deste exame vêm caindo progressivamente no Brasil e no mundo apesar dos relatos de divergências entre os achados clínicos e de autópsia. Objetivos: Analisar presença de discrepância entre diagnóstico clínico e anatomopatológico quanto à causa da morte, verificar perfil epidemiológico das principais patologias que acarretaram o óbito de pacientes submetidos à autópsia ao longo de 50 anos, além de tabular número de procedimentos realizados anualmente, analisando se houve diminuição no mesmo. Material e Métodos: Estudo epidemiológico retrospectivo com análise de fichas clínicas e laudos de autópsias realizadas pelo Departamento de Patologia e Medicina Legal da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA) no período de 1963 a 2012. Resultados: A faixa etária predominante foi a dos fetos mortos (30,6% dos casos). A principal causa do óbito em todas as faixas etárias foram as infecções (68,4% dos diagnósticos). Após pico no início dos anos 80, houve queda progressiva nas taxas de exames post mortem. Na década de 90, a queda na média de autópsias por ano foi de 58% em relação à anterior, e a última década do período registrou decréscimo de 80% em relação à média dos anos 80. Conforme critérios de Goldman, em 26,2% dos casos a classificação foi discordante. Em 50,32% houve concordância entre diagnósticos ante e post mortem. Conclusão: As taxas de discrepância entre os diagnósticos clínicos e os achados de autópsia em relação à causa do óbito permanecem altas, ainda que a medicina tenha se tornado cada vez mais avançada tecnologicamente. | pt_BR |
dc.identifier.uri | https://repositorio.ufcspa.edu.br/handle/123456789/486 | |
dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
dc.relation.requires | Adobe Reader | pt_BR |
dc.rights | Acesso Aberto Imediato | * |
dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/ | * |
dc.subject | Autópsia | pt_BR |
dc.subject | Causas de Morte | pt_BR |
dc.subject | Diagnóstico Clínico | pt_BR |
dc.subject | Patologia | pt_BR |
dc.subject | Discrepâncias | pt_BR |
dc.subject | [en] Autopsy | en |
dc.subject | [en] Cause of Death | en |
dc.subject | [en] Clinical Diagnosis | en |
dc.subject | [en] Pathology | en |
dc.title | Estudo das discrepâncias clínicopatológicas em autópsias hospitalares do Departamento de Patologia e Medicina Legal da UFCSPA | pt_BR |
dc.type | Dissertação | pt_BR |
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