Incidência de infecção e doença por citomegalovírus pelo manejo preemptivo no transplante renal
dc.contributor.advisor | Keitel, Elizete | |
dc.contributor.author | Zanetti, Helen Kris | |
dc.date.accessioned | 2018-06-20T14:23:03Z | |
dc.date.accessioned | 2023-10-09T18:55:21Z | |
dc.date.available | 2018-06-20T14:23:03Z | |
dc.date.available | 2023-10-09T18:55:21Z | |
dc.date.date-insert | 2018-06-20 | |
dc.date.issued | 2018 | |
dc.description | Dissertação (Mestrado)-Programa de Pós-Graduação em Patologia, Fundação Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre. | pt_BR |
dc.description.abstract | Introdução: O citomegalovírus (CMV) é a infecção oportunista mais frequente nos primeiros 6 meses após o transplante renal (Tx). Existem duas principais estratégias para prevenção do CMV: manejo preemptivo e profilaxia universal. O objetivo deste estudo é avaliar o manejo preemptivo em um hospital do Sul do Brasil através da incidência de infecção e doença por CMV nos 3 e 6 meses após o transplante renal, o número de tratamentos e recidivas e o tempo entre a coleta de antigenemia e o início do tratamento. Materiais e métodos: Estudo coorte retrospectivo analisando 221 transplantados renais adultos. Antigenemia foi realizada semanalmente dos 30-90 dias e quinzenalmente dos 91-180 dias após o Tx. Resultados: A incidência cumulativa de infecção por CMV foi 66% nos 3 e 72% nos 6 meses. Considerando replicação viral acima de 10+células/105 granulócitos, a incidência foi 42% nos 3 e 48% nos 6 meses. A média de tempo entre a coleta de antigenemia e o início de tratamento foi 4 dias; 50,2% dos pacientes foram tratados com ganciclovir IV. Dos 11 pacientes com sorologia CMV IgG negativa pré-transplante, 2 não tiveram replicação, 3 tiveram 1-10+células, 1 teve 11-40+células e 5 tiveram >40+células. Dos 210 pacientes com sorologia CMV IgG positiva, 28,6% não tiveram replicação, 34,3% tiveram 1-10+células, 20,5% tiveram 11-40+células e 16,6% tiveram >40+células. Conclusão: A incidência de doença por CMV nos 6 meses foi um quarto da amostra. O manejo preemptivo foi realizado apropriadamente, com um curto tempo entre o diagnóstico e tratamento, evitando doença por CMV na maior parte dos pacientes e tratando metade deles. | pt_BR |
dc.identifier.uri | https://repositorio.ufcspa.edu.br/handle/123456789/611 | |
dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
dc.relation.requires | Adobe Reader | pt_BR |
dc.rights | Acesso Aberto Imediato | * |
dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/ | * |
dc.subject | Citomegalovirus | pt_BR |
dc.subject | Manejo Preemptivo | pt_BR |
dc.subject | Transplante Renal | pt_BR |
dc.subject | [en] Cytomegalovirus | en |
dc.subject | [en] Kidney Transplantation | en |
dc.title | Incidência de infecção e doença por citomegalovírus pelo manejo preemptivo no transplante renal | pt_BR |
dc.type | Dissertação | pt_BR |
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