Orientações para uma estratégia de educação de jovens para a sustentabilidade: o caso da Fundação Projeto Pescar

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A educação para a sustentabilidade pressupõe considerar as dimensões cognitivas, emocionais e comportamentos, favorecendo o olhar do sujeito em suas ações diárias, tais como: o consumo consciente, a redução da geração de resíduos, o respeito e a tolerância às diversidades culturais e às escolhas que se refletem na própria saúde humana e na de todos os seres. Esta pesquisa tem como objetivo propor orientações para uma estratégia de educação de jovens para a sustentabilidade. Por meio de pesquisa com abordagem qualitativa, realizou-se um estudo de caso. A amostra configura-se como amostra por conveniência, sendo composta por 20 jovens de 16 a 19 anos, do curso Iniciação Profissional em Serviços Administrativos, da Unidade Fundação Projeto Pescar/Infraero, em Porto Alegre, Brasil. Nos dados coletados foi aplicada análise de conteúdo para obtenção dos resultados, gerando três categorias finais: Ambiente, Aprendizagem e Relacionamento. Os resultados apontados na pesquisa demonstram que a estratégia de educação dos jovens para a sustentabilidade influenciou a percepção ambiental, a partir de elementos que foram orientadores, entre esses: favorecer a problematização no processo de aprendizagem, em que o participante esteja presente com seus sentidos, refletindo, buscando soluções, apreendendo e atuando; possibilitar uma caminhada de olhar pessoal para o global, perpassando pela relação com o eu, com os outros e com o ambiente, com atenção ao viver e as relações que integram a todos, e, por fim, estimular as conexões entre diversos saberes, incluindo seres vivos, recursos naturais, elementos construídos pelo ser humano, ações que desenvolve e que geram degradação ou preservação dos elementos naturais. As categorias Ambiente, Aprendizado e Relacionamento associaram-se de forma complementar e colaborativa, no sentido de possibilitar aos jovens as vivências das experiências, a observar alternativas, a valorizar e estruturar o espaço e o tempo, definindo ações que julgavam relevantes, procurando mobilizar outras pessoas. Esta pesquisa abre campo para trabalho e acompanhamento de forma mais continuada, oportunizando outras experiências no processo de apropriação do espaço e no desdobramento de práticas e resultados em prol de sustentabilidade e, consequentemente, maior promoção de saúde.

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Dissertação (Mestrado)-Programa de Pós-Graduação em Ensino na Saúde, Fundação Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre.

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