Protocolo de identificação de amostra de material biológico para análises clínicas- Produto técnico

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O "Protocolo de Identificação de Amostra de Material Biológico para Análises Clínicas – ISCMPA" é uma ferramenta técnica voltada para a padronização e rastreabilidade no processo de coleta de amostras biológicas em unidades de internação adulta. Desenvolvido com base em diretrizes nacionais e internacionais de segurança do paciente, o protocolo busca minimizar erros na fase pré-analítica, etapa que concentra a maior parte dos incidentes laboratoriais. O documento define procedimentos claros para a identificação correta do paciente e das amostras, integrando tecnologias como o sistema Scola e dispositivos de checagem à beira-leito. Além disso, estabelece responsabilidades dos profissionais envolvidos, incluindo enfermeiros e técnicos, e detalha os recursos necessários para a execução segura das tarefas. Ao alinhar práticas institucionais às metas de segurança do paciente, o protocolo contribui para diagnósticos precisos, reduzindo riscos e promovendo uma assistência de qualidade.

Descrição

O "Protocolo de Identificação de Amostra de Material Biológico para Análises Clínicas – " foi desenvolvido com o objetivo de padronizar as práticas relacionadas à coleta, identificação e registro de amostras biológicas em unidades de internação adulta. Este protocolo é fundamentado em diretrizes nacionais e internacionais de segurança do paciente e se concentra na fase pré-analítica, reconhecida como a etapa mais propensa a erros em análises laboratoriais. O documento aborda desde a conferência de prescrições médicas até o uso de tecnologias, como o sistema Scola e dispositivos de checagem à beira-leito, garantindo a rastreabilidade completa dos processos. O protocolo detalha etapas operacionais, responsabilidades dos profissionais envolvidos e a integração de recursos essenciais, como etiquetas padronizadas e equipamentos de proteção individual (EPIs). Ao oferecer orientações claras e baseadas em evidências, o protocolo busca reduzir riscos ao paciente, evitar erros laboratoriais e contribuir para a qualidade da assistência em saúde, promovendo uma cultura institucional de segurança.

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