Prevalência de inadequação da ingestão de micronutrientes em pré-escolares atendidos em unidades de saúde de Porto Alegre e fatores maternos e familiares associados.

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Resumo

A inadequação da ingestão de micronutrientes está intimamente relacionada às deficiências nutricionais e suas consequências: infecções, déficit de crescimento, atrasos no desenvolvimento mental e intelectual, tornando-se um assunto de fundamental atenção nos primeiros anos de vida. Desta forma, o objetivo da presente dissertação é descrever as prevalências de inadequação da ingestão de vitamina A, vitamina C, folato, zinco, cálcio e ferro em pré-escolares atendidos em Unidades de Saúde e avaliar determinantes maternos e familiares associados para inadequação de vitamina A, vitamina C, folato e cálcio. Para o estudo foram analisados dados oriundos de ensaio de campo randomizado por conglomerados com crianças atendidas em US aos 2 e 3 anos de idade (n=446). Dados dietéticos foram avaliados por meio de inquéritos recordatórios de 24 horas e a média dos micronutrientes estimada pelo método Multiple Source Method (MSM). Inadequações de ingestão foram calculadas utilizando a Estimated Average Requirements (EAR) como ponto de corte. Para estimar associações entre variáveis maternas e familiares em relação às inadequações foi utilizada a análise de regressão de Poisson. As inadequações foram presentes nos micronutrientes estudados, exceto zinco. Os percentuais de vitamina A, vitamina C e ferro foram considerados baixos. A baixa escolaridade materna foi associada às inadequações de ingestão de vitamina A e cálcio com razões de prevalência (RP) de 4,43 (IC95%1,37-13,65) e 1,87 (IC95%1,06-3,29), respectivamente. O risco para ingestão insuficiente de folato foi associado com excesso de peso materno atual (RP= 1,95; IC95%1,14-3.32). Famílias com menor renda apresentaram menor prevalência de inadequação de ingestão de Vitamina C (RP=0,39; IC95%0,15-0,97). Este estudo apresentou prevalências de inadequação de ingestão dos micronutrientes em pré-escolares, com exceção do zinco. Contudo, percentuais de vitamina A, vitamina C, ferro e zinco foram considerados baixos. O estudo sugeriu que fatores maternos e familiares estão envolvidos no processo.

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Dissertação (Mestrado)-Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde, Fundação Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre

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