Epidemiologia e desfechos do manejo da nefropatia por BK vírus através da política de vigilância
dc.contributor.advisor | Keitel, Elizete | |
dc.contributor.author | Raupp, Fernanda Vianna Vacilotto | |
dc.date.accessioned | 2019-08-12T13:21:51Z | |
dc.date.accessioned | 2023-10-09T18:55:11Z | |
dc.date.available | 2019-08-12T13:21:51Z | |
dc.date.available | 2023-10-09T18:55:11Z | |
dc.date.date-insert | 2019-08-12 | |
dc.date.issued | 2018 | |
dc.description | Dissertação (Mestrado)-Programa de Pós-Graduação em Patologia, Fundação Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre. | pt_BR |
dc.description.abstract | Introdução: A nefropatia associada ao vírus BK (BKVAN) é importante complicação após o transplante renal, com prevalência entre 1-10% e perda do enxerto em aproximadamente 50% dos casos. Sem tratamento eficaz, sendo que a detecção viral precoce e redução da imunossupressão (IS) é a estratégia atual para prevenir a BKVAN. Objetivos: verificar incidência de BKVAN em um único centro e avaliar a resposta à redução dos imunossupressores através da análise de sobrevida do enxerto renal. Métodos: avaliação retrospectiva da coorte de transplantados renais com BKVAN comprovado por biópsia em comparação com pacientes sem BKVAN em relação a aspectos clínicos, imunossupressão e sobrevida do enxerto durante pelo menos 2 anos. Resultados: 58 biópsias comprovaram BKVAN entre 1532 transplantados renais no período de estudo, apresentando incidência cumulativa de 4,1% e tempo médio do transplante ao diagnóstico de 187 (IC 61-1275) dias. BKVAN foi associado ao sexo masculino receptor (p = 0,042), doador falecido (p = 0,007) e diabetes pré-existente (p = 0,017). Doze (20,6%) pacientes tiveram um episódio de rejeição aguda após o diagnóstico de BKVAN e redução de IS. A sobrevida do enxerto foi inferior para os pacientes com BKVAN e a sobrevida em 5 anos foi inferior para os estágios B de Banff (69,7%) em relação ao estágio A (80,8%) e não-BKVAN (88,0%) (p = 0,017). Treze (22,4%) pacientes com BKVAN perderam os enxertos, 9 (15,5%) atribuídos à infecção por BKV. Três pacientes com perda de enxerto associada ao BKV foram submetidos a novo transplante de rim e sem evidência de replicação viral (seguimento de 7, 12 e 31 meses). Conclusão: a incidência cumulativa em nosso estudo foi 4,1%, o que está de acordo com o relatado na literatura. Nenhuma conclusão sobre a melhor estratégia de tratamento pode ser elaborada neste momento, sendo necessários estudos complementares. | pt_BR |
dc.identifier.uri | https://repositorio.ufcspa.edu.br/handle/123456789/714 | |
dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
dc.relation.requires | Adobe Reader | pt_BR |
dc.rights | Acesso Aberto Imediato | * |
dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/ | * |
dc.subject | Poliomavírus | pt_BR |
dc.subject | Transplante Renal | pt_BR |
dc.subject | Vírus BK | pt_BR |
dc.subject | [en] Polyomavirus | en |
dc.subject | [en] Kidney Transplantation | en |
dc.subject | [en] BK Virus | en |
dc.title | Epidemiologia e desfechos do manejo da nefropatia por BK vírus através da política de vigilância | pt_BR |
dc.type | Dissertação | pt_BR |
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