Avaliação da Dopplerfluxometria da circulação fetal e placentária de gestantes que utilizam nifedipina para sedação de trabalho de parto pré termo

dc.contributor.advisorJiménez, Mirela Foresti
dc.contributor.advisor-coEl Beitune, Patrícia
dc.contributor.authorMastalir, Fabiane Pinto
dc.date.accessioned2016-10-19T18:47:28Z
dc.date.accessioned2023-10-09T18:55:11Z
dc.date.available2016-10-19T18:47:28Z
dc.date.available2023-10-09T18:55:11Z
dc.date.date-insert2016-10-19
dc.date.issued2014
dc.descriptionDissertação (Mestrado)-Programa de Pós-Graduação em Patologia, Fundação Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre.pt_BR
dc.description.abstractObjetivo: Avaliar o efeito da tocólise com nifedipina sobre os parâmetros do Doppler da circulação fetal e placentária nas primeiras 48 horas de tratamento. Pacientes e Método: Foi realizado um estudo prospectivo observacional com 40 gestantes, sendo que 20 pacientes em trabalho de parto prematuro que utilizaram tocólise com nifedipina e 20 pacientes que não usaram tocólise. Os resultados do Doppler durante o uso da medicação foram comparados com os resultados do grupo controle e com os valores iniciais. As pacientes que usaram nifedipina realizaram Doppler das artérias uterinas, umbilical e cerebral média fetal antes de iniciar a medicação, 12 horas e 36 horas após o início do tratamento e as que não usaram nifedipina realizaram o exame na admissão. Resultados: Não houve diferença significativa entre os dois grupos na idade em anos, no IMC em kg/m2, na idade gestacional em semanas, no diâmetro biparietal, no perímetro cefálico, no comprimento do fêmur e na circunferência abdominal. Não houve hipotensão ou taquicardia materna e nem eventos adversos graves maternos ou fetais. Quando comparamos as pacientes que usaram tocolíticos com o grupo controle observamos que com 12 horas de uso de nifedipina não houve diferença significativa nos índices de pulsatilidade e resistência das artérias uterinas (P=0,37 e P=0,44, respectivamente), das artérias umbilicais (P=0,58 e P=0,68, respectivamente) e artéria cerebral média (P=0,24 e P=0,18, respectivamente). No entanto, quando comparamos as pacientes que usavam nifedipina há 36 horas com o grupo controle, houve diminuição significativa nos índices de pulsatilidade e de resistência das artérias umbilicais (P=0,02 e P=0,03, respectivamente) e da artéria cerebral média (P=0,002 e P=0,008, respectivamente). Não houve diferença nos índices de pulsatilidade e resistência das artérias uterinas (P=0,82 e P=0,85). Quando avaliamos os resultados do Doppler fetal e placentário utilizando a paciente como seu controle (amostra pareada), constatamos que após 12 horas de tocólise com nifedipina oral houve uma redução significativa nos índices de pulsatilidade e resistência da artéria cerebral média (P=0,006 e P=0,04, respectivamente) e não houve diferença significativa nos demais índices das artérias uterinas e umbilicais. Após 36 horas uso da tocólise, da mesma forma, houve uma redução significativa nos índices de resistência e pulsatilidade da artéria cerebral média (P=0,002 e P=0,001) e sem diferença significativa nos demais índices das artérias uterinas e umbilicais. Conclusão: A tocólise com nifedipina efetivamente reduz a resistência vascular no território da artéria cerebral média, e das artérias umbilicais e este efeito não parece interferir nos parâmetros de avaliação do bem estar fetal.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufcspa.edu.br/handle/123456789/365
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.relation.requiresAdobe Readerpt_BR
dc.rightsAcesso Aberto Imediato*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/*
dc.subjectTrabalho de Parto Prematuropt_BR
dc.subjectTocólisept_BR
dc.subject[en] Obstetric Labor, Prematureen
dc.subject[en] Tocolysisen
dc.titleAvaliação da Dopplerfluxometria da circulação fetal e placentária de gestantes que utilizam nifedipina para sedação de trabalho de parto pré termopt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
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