Aplicação da Telereabilitação no manejo da fragilidade em idosos

dc.contributor.advisorRosa, Luís Henrique Telles dapt_BR
dc.contributor.advisor-coFerreira, Luis Fernandopt_BR
dc.contributor.authorSouza, Cislaine Machado dept_BR
dc.contributor.departmentPrograma de Pós-Graduação em Ciências da Reabilitaçãopt_BR
dc.date.accessioned2026-07-17T20:13:00Z
dc.date.date-insert2026-07-17
dc.date.issued2024-12-19
dc.descriptionTese (Doutorado) - Programa de Pós-Graduação em Ciências da Reabilitação, Fundação Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre.pt_BR
dc.description.abstractA fragilidade em idosos é uma síndrome geriátrica caracterizada pela redução da reserva fisiológica e aumento da vulnerabilidade, associada a desfechos adversos como quedas, hospitalizações e mortalidade. Este estudo explorou a telereabilitação como uma alternativa eficaz e acessível para idosos frágeis, visando comparar seus efeitos à fisioterapia presencial na capacidade funcional. Além disso, investigou as intervenções fisioterapêuticas aplicadas remotamente por meio de uma revisão sistemática. O estudo foi dividido em dois artigos. O primeiro apresentou o protocolo de um ensaio clínico randomizado e cegado com cálculo amostral de 50 idosos frágeis, divididos em dois grupos: Grupo Presencial (GP) e Grupo Remoto (GR). A proposta seria ambos os grupos realizarem um protocolo de exercícios multimodal (força, equilíbrio e flexibilidade) durante 12 semanas, com sessões de 30 a 40 minutos, duas vezes por semana. O GP receberia atendimento presencial, enquanto o GR acompanhado por videochamada em tempo real. As Avaliações pré e pósintervenção incluíram testes de funcionalidade, como o Timed Up and Go (TUG), e instrumentos validados de qualidade de vida, fragilidade e satisfação. O segundo artigo, uma revisão sistemática, identificou cinco estudos envolvendo 564 idosos pré-frágeis ou frágeis que utilizaram telereabilitação. As intervenções, predominantemente assíncronas, variaram de 12 a 26 semanas, demonstrando benefícios na redução do tempo sedentário, melhora da força muscular, qualidade de vida e diminuição dos índices de fragilidade. No entanto, a heterogeneidade dos instrumentos de avaliação e o alto risco de viés limitaram comparações mais robustas. Os resultados esperados incluem benefícios similares entre telereabilitação e fisioterapia presencial na capacidade funcional de idosos frágeis, demonstrando que o atendimento remoto pode ser uma alternativa eficaz, especialmente em cenários de acesso limitado. A telereabilitação também pode promover maior adesão e acessibilidade, reduzindo barreiras geográficas e econômicas, embora desafios como conectividade e suporte tecnológico permaneçam. O estudo conclui que a telereabilitação é uma abordagem promissora para a reabilitação de idosos frágeis, com potencial para transformar a prática fisioterapêutica. No entanto, 7 são necessários estudos adicionais para padronizar protocolos, superar barreiras tecnológicas e validar sua eficácia em diferentes contextos.pt_BR
dc.description.abstract-enFrailty in older adults is a geriatric syndrome characterized by reduced physiological reserve and increased vulnerability, associated with adverse outcomes such as falls, hospitalizations, and mortality. This study explored telerehabilitation as an effective and accessible alternative for frail older adults, aiming to compare its effects with face-to-face physiotherapy on functional capacity. Additionally, it investigated remotely applied physiotherapeutic interventions through a systematic review. The study was divided into two articles. The first presented the protocol of a blinded randomized clinical trial with a sample size calculation of 50 frail older adults, divided into two groups: Face- to-Face Group (FG) and Remote Group (RG). The proposal was for both groups to perform a multimodal exercise protocol (strength, balance, and flexibility) for 12 weeks, with 30-40 minute sessions twice a week. FG participants would receive in-person care, while RG participants would be supervised in real-time via video calls. Pre- and post-intervention assessments included functionality tests, such as the Timed Up and Go (TUG), and validated instruments for quality of life, frailty, and satisfaction. The second article, a systematic review, identified five studies involving 564 frail or pre-frail older adults who underwent telerehabilitation. The interventions, predominantly asynchronous, ranged from 12 to 26 weeks, demonstrating benefits in reducing sedentary time, improving muscle strength, quality of life, and reducing frailty indices. However, the heterogeneity of assessment instruments and high risk of bias limited more robust comparisons. The expected outcomes include similar benefits between telerehabilitation and face-to-face physiotherapy in the functional capacity of frail older adults, showing that remote care can be an effective alternative, particularly in scenarios with limited access. Telerehabilitation may also promote greater adherence and accessibility, reducing geographical and economic barriers, although challenges such as connectivity and technological support remain. The study concludes that telerehabilitation is a promising approach for the rehabilitation of frail older adults, with the potential to transform physiotherapy practice. However, additional studies are needed to standardize protocols, overcome technological barriers, and validate its efficacy in different contexts.en
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufcspa.edu.br/handle/123456789/3541
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.relation.requiresTEXTO - Adobe Readerpt_BR
dc.rightsAcesso Aberto Imediatopt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/br/
dc.subjectFragilidadept_BR
dc.subjectIdosopt_BR
dc.subjectTelereabilitaçãopt_BR
dc.subjectTelemedicinapt_BR
dc.subjectModalidades de Fisioterapiapt_BR
dc.subject[en] Frailtyen
dc.subject[en] Ageden
dc.subject[en] Telerehabilitationen
dc.subject[en] Telemedicineen
dc.subject[en] Physical Therapy Modalitiesen
dc.subject.ods3 - Saúde e Bem-Estarpt_BR
dc.titleAplicação da Telereabilitação no manejo da fragilidade em idosospt_BR
dc.typeTesept_BR

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