O impacto do Perfil Glicêmico na Dinapenia em pacientes com Doença Hepática Esteatótica associada a Disfunção Metabólica

dc.contributor.advisorTovo, Cristiane Vallept_BR
dc.contributor.advisor-coFerreira, Luís Fernandopt_BR
dc.contributor.authorÁlvaro, Vanessa da Silvapt_BR
dc.contributor.departmentPrograma de Pós-Graduação em Medicina: Hepatologiapt_BR
dc.date.accessioned2026-02-05T19:18:42Z
dc.date.date-insert2026-02-05
dc.date.issued2024-12-19
dc.descriptionDissertação (Mestrado) - Programa de Pós-Graduação em Medicina: Hepatologia, Fundação Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre.pt_BR
dc.description.abstractEstudos recentes demonstraram haver relação entre a doença hepática esteatótica associada a disfunção metabólica (MASLD) e a dinapenia, sendo o perfil glicêmico um dos possíveis fatores comuns entre as duas condições. Objetivo: Correlacionar o perfil glicêmico com a funcionalidade muscular de pacientes com MASLD. Métodos: Estudo observacional prospectivo, onde foram avaliados pacientes com diagnóstico de MASLD atendidos no Complexo Hospitalar da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre. Foram coletados dados antropométricos, força de aperto de mão, e exames bioquímicos. Para definição do estadiamento de fibrose hepática foi adotado o escore FIB-4, e para avaliação da resistência à insulina o Lipid Accumulation Product (LAP). Para a caracterização da dinapenia adotou-se um ponto de corte baseado na própria amostra, sendo FAM <18,399Kg/f para mulheres, e <24,355 Kg/f para homens. Teste T de Student para amostras independentes foi utilizado para comparação das médias. Correlações avaliadas através do coeficiente de correlação de Spearman (rs) ou QuiQuadrado de Spearman. Resultados: Dos 205 pacientes avaliados, 175 eram nãodinapênicos (85,37%) e 30 dinapênicos (14,63%). Alta prevalência de hipertensão arterial sistêmica (76%), DM2 (58%) e dislipidemia (68%). Houve diferenças estatisticamente significativas entre os grupos dinapênicos e não-dinapênicos em circunferência abdominal (menor valor no grupo com dinapenia), e ALT e colesterol total (menor valor no grupo sem dinapenia). Nas correlações com a FAM, observouse correlações inversas com a insulina na amostra total e nos grupos sem dinapenia, e com o escore LAP no grupo sem dinapenia. Em relação aos indicadores do perfil glicêmico e o grau de comprometimento hepático, houve correlações entre glicose e o escore FIB-4 e insulina e FIB-4 na amostra total e no grupo sem dinapenia, e; entre glicose e ferritina, e entre insulina e ferritina no grupo com dinapenia. Conclusão: Não foi possível correlacionar o perfil glicêmico com a dinapenia de pacientes com MASLD. Ainda que não tenham sido observadas correlações fortes entre FAM, perfil glicêmico e comprometimento hepático, destacam-se a inter-relação entre dinapenia e MASLD com a síndrome metabólica, que pode contribuir para a progressão de ambas as condições.pt_BR
dc.description.abstract-enRecent studies have demonstrated a relationship between metabolic dysfunction– associated steatotic liver disease (MASLD) and dynapenia, with the glycemic profile being one of the possible common factors between the two conditions. Objective: To correlate the glycemic profile with muscle function in patients with MASLD. Methods: Observational prospective study, where patients diagnosed with MASLD treated at the Santa Casa de Misericórdia Hospital Complex in Porto Alegre. Anthropometric data, handgrip strength, and biochemical tests were collected. The FIB-4 score was used to define liver fibrosis, and the Lipid Accumulation Product (LAP) was used to assess insulin resistance. A cutoff point based on the sample itself was adopted to characterize dynapenia, with FAM <18.399 kg/f for women and <24.355 kg/f for men. Student's t-test for independent samples was used to compare means. Correlations were assessed using Spearman's correlation coefficient (rs) or Spearman's ChiSquare. Results: Of the 205 patients, 175 were non-dynapenic (85.37%) and 30 were dynapenic (14.63%). There was a high prevalence of systemic arterial hypertension (76%), DM2 (58%) and dyslipidemia (68%). There were statistically significant differences between the dynapenic and non-dynapenic groups in abdominal circumference (lower value in the group with dynapenia), and ALT and total cholesterol (lower value in the group without dynapenia). In the correlations with FAM, inverse correlations were observed with insulin in the total sample and in the groups without dynapenia, and with the LAP score in the group without dynapenia. Regarding the glycemic profile indicators and the degree of hepatic impairment, there were correlations between glucose and the FIB-4 score and insulin and FIB-4 in the total sample and in the group without dynapenia, and between glucose and ferritin, and between insulin and ferritin in the group with dynapenia. Conclusion: it was not possible to correlate the glycemic profile with dynapenia in patients with MASLD. Although no strong correlations were observed between FAM, glycemic profile and hepatic impairment, the interrelation between dynapenia and MASLD with metabolic syndrome stands out, which may contribute to the progression of both conditions.en
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufcspa.edu.br/handle/123456789/3484
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.relation.requiresTEXTO - Adobe Readerpt_BR
dc.rightsAcesso Aberto Imediatopt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/br/
dc.subjectDinapeniapt_BR
dc.subjectHepatopatia Gordurosa não Alcoólicapt_BR
dc.subjectInsulinapt_BR
dc.subjectGlucosept_BR
dc.subject[en] Dynapeniaen
dc.subject[en] Non-alcoholic Fatty Liver Diseaseen
dc.subject[en] Insulinen
dc.subject[en] Glucoseen
dc.subject.ods3 - Saúde e Bem-Estarpt_BR
dc.titleO impacto do Perfil Glicêmico na Dinapenia em pacientes com Doença Hepática Esteatótica associada a Disfunção Metabólicapt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR

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