Parâmetros neuromusculares e de composição corporal de mulheres vegetarianas estritas e nãovegetarianas antes e após 16 semanas de treinamento de força

dc.contributor.advisorSchneider, Cláudia Dornellespt_BR
dc.contributor.advisor-coPinto, Ronei Silveirapt_BR
dc.contributor.authorSchemes, Márcio Beckpt_BR
dc.contributor.departmentPrograma de Pós-Graduação em Ciências da Reabilitaçãopt_BR
dc.date.accessioned2026-01-27T19:08:15Z
dc.date.date-insert2026-01-27
dc.date.issued2025-12-18
dc.descriptionTese (Doutorado) - Programa de Pós-Graduação em Ciências da Reabilitação, Fundação Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre.pt_BR
dc.description.abstractEste estudo investigou as diferenças na qualidade e função muscular, composição corporal e ingestão alimentar entre mulheres vegetarianas estritas e não vegetarianas não treinadas em força, além de analisar as adaptações da potência muscular após 16 semanas de treinamento de força. O trabalho foi um ensaio clínico não randomizado, conduzido em duas fases: a primeira de delineamento transversal (na linha de base) e a segunda longitudinal. Na Fase 1, participaram 71 mulheres (35 vegetarianas estritas e 36 não-vegetarianas), cuja análise da composição corporal foi realizada por absorciometria por emissão de raios-x de dupla energia (DXA) e antropometria; a função e qualidade muscular por dinamometria isocinética, teste de 1RM, salto vertical com contramovimento; e a ingestão alimentar foi avaliada por registro alimentar de três dias. Na Fase 2, participaram 45 mulheres (25 vegetarianas estritas e 20 não-vegetarianas) submetidas a 16 semanas de treinamento de força, sendo os mesmos desfechos avaliados, com foco na potência muscular. Os resultados da Fase 1 mostraram que não houve diferença significativa entre os grupos em massa magra, conteúdo e densidade mineral óssea, qualidade e função muscular. Além disso, vegetarianas estritas consumiram mais carboidrato e menos proteína, gordura e cálcio, porém não houve diferença na ingestão energética total entre os grupos. A ingestão de cálcio foi insuficiente em ambos os grupos. Métodos alternativos para estimativa da qualidade muscular apresentaram correlação significativa com os métodos laboratoriais de referência. Na Fase 2, a potência muscular aumentou significativamente em ambos os grupos após o treinamento, sem diferenças entre os grupos. Conclui-se que não houve diferenças significativas na massa magra, no conteúdo e densidade mineral óssea, na qualidade e na função muscular entre mulheres vegetarianas estritas e não-vegetarianas destreinadas em força, apesar da menor ingestão proteica apresentada pelas mulheres vegetarianas estritas. Entretanto, destaca-se a necessidade de monitoramento da ingestão de cálcio nesta população. Ademais, mulheres vegetarianas estritas e nãovegetarianas destreinadas em força apresentam adaptações semelhantes na função muscular após 16 semanas de treinamento de força.pt_BR
dc.description.abstract-enThis study investigated differences in muscle quality and function, body composition, and dietary intake between strict vegetarian and non-vegetarian resistance-untrained women, as well as analyzed explosive force adaptations after 16 weeks of resistance training. The research was a non-randomized clinical trial conducted in two phases: the first was a cross-sectional design (at baseline), and the second longitudinal. Phase 1 included 71 women (35 strict vegetarians and 36 non-vegetarians); body composition was assessed by dual-energy x-ray absorptiometry (DXA) and anthropometry; muscle function and quality by isokinetic dynamometry, one-repetition maximum (1RM) test, and vertical countermovement jump; and food intake was evaluated by three-day food records. In Phase 2, 45 women (25 strict vegetarians and 20 non-vegetarians) underwent 16 weeks of resistance training, with the same outcomes evaluated, focusing on explosive force. Phase 1 results showed no significant differences between groups in lean mass, bone mineral content and density, muscle quality, or muscle function. In addition, strict vegetarians consumed more carbohydrates and less protein, fat, and calcium, but there was no difference in total energy intake between groups. Calcium intake was insufficient in both groups. Alternative methods for estimating muscle quality showed significant correlation with laboratory reference methods. In Phase 2, explosive force increased significantly in both groups after training, with no differences between groups. It is concluded that there were no significant differences in lean mass, bone mineral content and density, muscle quality, or muscle function between strict vegetarian and nonvegetarian resistance-untrained women, despite the lower protein intake observed in strict vegetarians. However, monitoring calcium intake in this population is recommended. Furthermore, strict vegetarian and non-vegetarian resistance-untrained women showed similar adaptations in muscle function after 16 weeks of resistance training.en
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufcspa.edu.br/handle/123456789/3462
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.relation.requiresTEXTO - Adobe Readerpt_BR
dc.rightsAcesso Embargadopt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/br/
dc.subjectDieta Vegetarianapt_BR
dc.subjectComposição Corporalpt_BR
dc.subjectTreinamento Resistidopt_BR
dc.subjectPotência Muscularpt_BR
dc.subjectSaúde Ósseapt_BR
dc.subject[en] Diet, Vegetarianen
dc.subject[en] Body Compositionen
dc.subject[en] Resistance Trainingen
dc.subject[en] Explosive Forceen
dc.subject[en] Bone Healthen
dc.subject.ods3 - Saúde e Bem-Estarpt_BR
dc.titleParâmetros neuromusculares e de composição corporal de mulheres vegetarianas estritas e nãovegetarianas antes e após 16 semanas de treinamento de forçapt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR

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