Strategies for pricing supplementary health plans in Brazil navigating complexities and enhancing accessibility

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Introdução: O mercado de planos de saúde suplementar no Brasil é complexo devido a mudanças populacionais, regulamentação e dificuldades fiscais. Embora o Sistema Único de Saúde (SUS) forneça cuidados fundamentais, a crescente demanda por planos de saúde privados reflete lacunas na acessibilidade e na capacidade de pagamento. A sustentabilidade financeira foi uma preocupação fundamental, uma vez que o número de Operadoras de Planos de Saúde diminuiu de 2.037 para 696 entre 2000 e 2022. O cálculo atuarial é central para a gestão do risco de subscrição e da viabilidade a longo prazo. Os avanços na modelagem preditiva apresentam benefícios potenciais em termos de melhoria da política de preços, alcançando um equilíbrio entre sustentabilidade e acessibilidade. Objetivos: Este estudo teve como objetivo analisar a eficácia de uma metodologia de precificação de planos de saúde suplementar e desenvolver um protótipo para sua implementação. Especificamente, buscou (I) identificar metodologias de precificação prevalentes por meio de uma revisão integrativa, (II) avaliar a sensibilidade da metodologia selecionada em múltiplos cenários e (III) desenvolver um protótipo em conformidade com as regulamentações da ANS. Métodos: Uma revisão sistemática da literatura identificou metodologias-chave e variáveis preditivas na previsão de custos de planos de saúde. Com base nesses achados, um protótipo foi desenvolvido integrando análise de dados históricos e regressão linear múltipla. O desempenho do modelo foi validado por meio de um estudo de caso, testando diferentes margens de segurança para avaliar sua eficácia na previsão de taxas de sinistralidade e custos de planos de saúde. Resultados: O protótipo demonstrou fortes capacidades preditivas, particularmente com dados históricos recentes e uma margem de segurança de 99%, melhorando a precisão da precificação para planos corporativos. No entanto, a incorporação de dados mais antigos reduziu a precisão devido à dinâmica do mercado e à inflação médica. O Plano Corporativo Regional apresentou a maior taxa de sucesso preditivo (88% dos cenários atingindo a taxa de sinistralidade alvo), enquanto o Plano Corporativo Nacional exibiu maior variabilidade de custos, exigindo refinamento. Conclusões: O estudo apresenta um modelo de precificação atuarial que aprimora a sustentabilidade financeira em planos de saúde suplementar. Os resultados indicam que uma abordagem atuarial estruturada melhora a previsibilidade de custos, auxiliando as operadoras a manter o equilíbrio financeiro. Pesquisas futuras devem explorar modelos híbridos combinando técnicas estatísticas com aprendizado de máquina e desenvolver ferramentas de apoio à decisão para uma gestão mais eficaz de planos de saúde.

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Dissertação (Mestrado) - Programa de Pós-Graduação em Tecnologias da Informação e Gestão em Saúde, Fundação Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre.

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