Métodos de síntese de quitosana: possibilidades de aplicação de uma metodologia enzimática

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A quitosana, derivada da quitina, destaca-se por suas propriedades e aplicações ambientais e biomédicas. Tradicionalmente, sua obtenção envolve métodos químicos agressivos, gerando resíduos tóxicos e comprometendo a sustentabilidade. Este estudo propõe a avaliação de metodologias alternativas, como a síntese enzimática e fermentativa, visando reduzir impactos ambientais e otimizar a qualidade do produto. Foram revisados métodos convencionais (desmineralização com HCl, desproteinização com NaOH) e alternativos (uso de proteases, fermentação com Lactobacillus spp.), analisando rendimento, grau de desacetilação (DD), custos e resíduos. Os resultados indicam que métodos enzimáticos alcançam alta pureza (95-98%) e DD moderado (85-90%), com menor impacto ambiental, porém custos elevados. Em contraste, métodos químicos oferecem maior eficiência (DD 85-99%) e custo moderado, mas geram efluentes poluentes. Conclui-se que abordagens híbridas, combinando etapas químicas e enzimáticas, representam um equilíbrio promissor entre eficiência e sustentabilidade, especialmente para aplicações biomédicas. O estudo reforça a viabilidade de resíduos de crustáceos como matéria-prima e destaca a necessidade de otimização de protocolos enzimáticos para escalabilidade industrial.

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Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) -Tecnologia em Alimentos, Fundação Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre.

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