Adesão dos profissionais de enfermagem às metas de segurança do paciente em unidades de internação adulto
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Introdução: A Segurança do Paciente é um tema discutido desde a antiguidade e
que, ainda hoje, segue extremamente relevante e atual. Objetivo: Analisar os dados
coletados pelo Serviço de Epidemiologia e Gerenciamento de Riscos sobre a adesão
dos profissionais de enfermagem às metas de segurança do paciente em unidades
de internação hospitalar adulto. Método: Estudo exploratório descritivo, retrospectivo
quantitativo. Coleta dos dados realizada nos registros de vigilância de processos da
adesão às metas de segurança do paciente realizadas pelo Serviço de
Epidemiologia e Gerenciamento de Riscos, de janeiro de 2020 a julho de 2021.
Campo de ação foram quatro unidades de internação de um hospital geral de Porto
Alegre. Amostra 694 registros. Análise estatística descritiva, com frequências
absoluta e relativa. Pesquisa aprovada pelo Comitê de Ética e Pesquisa da
instituição hospitalar. Resultados: Em relação a adesão às metas de seguranças
evidenciou-se: 97,7% tinham pulseira de identificação; 90,7% com integridade e
legibilidade da pulseira e 57,5% fez conferência da pulseira antes dos
procedimentos; 83,1% tinham pulseira de alergias; 22,9% dos pacientes/familiares
afirmaram conhecer o nome dos medicamentos em uso, 66,4% que os profissionais
informam o nome dos medicamentos antes da administração e 38,2% que os
profissionais conferiram a pulseira antes da administração dos medicamentos;
68,3% dos leitos tinham álcool gel, 83,0% tinham cartaz de orientação e a adesão à
higiene de mãos foi de 64,7%; 88,5% tiveram avaliação dos risco de queda; Dos
pacientes com risco elevado, 44,4% estavam com pulseira amarela; 84,2%
possuíam acompanhante; 10,5% receberam folder de orientação; 49,5% receberam
orientações sobre prevenção de quedas e 64,5% estavam com as grades do leito
elevadas. 87,6% foram avaliados sobre risco de LPP; Nos pacientes com risco
moderado, elevado ou muito elevado, 34,2% estavam com os calcâneos livres de
pressão; 47,5% afirmaram receber hidratação na pele e 24,8% tiveram a troca de
decúbito realizada a cada 2h. Conclusão: A partir da vigilância de processos,
identificou-se que as condutas dos profissionais de saúde a beira leito ainda são
frágeis, exigindo ações educativas das lideranças a fim de educar e engajar equipes
e pacientes no processo de cuidado.
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Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) - Enfermagem, Fundação Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre
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