Navegando por Autor "Bello, Jade Zaccarias"
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Item Efeitos do uso de incentivadores respiratórios na reabilitação de idosos com Disfonia: ensaio clínico randomizado(2025-03-06) Bello, Jade Zaccarias; Cassol, Mauriceia; Programa de Pós-Graduação em Ciências da ReabilitaçãoEste estudo caracteriza-se como um ensaio clínico randomizado, e têm com objetivo verificar os efeitos da técnica de Oscilação Oral de Alta Frequência Sonorizada (OOAFS), da técnica com o tubo de silicone e das duas técnicas associadas em relação às funções fonatórias e respiratórias em indivíduos idosos com disfonia. Fizeram parte do estudo 51 idosos com diagnóstico otorrinolaringológico prévio de presbilaringe. Os participantes foram alocados em três grupos: G1 - grupo no qual foi aplicada a técnica de OOAFS; G2 - grupo que realizou a técnica com tubo de silicone; G3 - grupo com associação da técnica de OOAFS e tubo de silicone. Os encontros tiveram frequência de uma vez por semana por um período de 8 semanas. Os participantes foram avaliados quanto a avaliação perceptivo-auditiva, com a escala GRBASI, tempos máximos de fonação (TMF), capacidade vital (CV), Escala de Depressão Geriátrica e Rastreamento de Alterações Vocais em Idosos. Na escala GRBASI, não houve mudança na qualidade vocal após a intervenção. Tanto para os TMFs quanto para a medida de CV, os dados mostraram mudanças estatisticamente significativas, sem haver diferença nos efeitos da terapia na comparação entre grupos. Na escala de depressão geriátrica e instrumento de rastreamento de alterações vocais em idosos os resultados apresentaram diferenças estatisticamente significativas nas avaliações pós intervenção, de forma homogênea entre os grupos. O presente estudo verificou efeitos positivos da terapia com incentivadores respiratórios em idosos em relação aos sintomas depressivos e sintomas vocais autorrelatados, assim como observaram-se dados estatisticamente significativos em relação às medidas de CV e TMF. Este estudo de destaca por sua relevância para o campo da saúde, comprovando que as técnicas utilizadas podem ser alternativas terapêuticas de baixo custo para a terapia vocal em idosos.Item Escala de sintomas vocais pré e pós terapia fonoaudiológica em pacientes disfônicos(2018) Bello, Jade Zaccarias; Cassol, MauriceiaNo âmbito da clínica fonoaudiológica, a auto-percepção tem alta relevância e complementam as avaliações objetivas, uma vez que estas não possuem necessariamente uma relação direta com o quanto o sujeito é afetado pelos sintomas que apresenta, portanto, apenas o paciente pode fornecer informações a respeito da experiência com seu problema vocal. Entre os protocolos de autopercepção, destaca-se a Escala de Sintomas Vocais (ESV), tradução da escala Voice Symptom Scale, que é um importante instrumento de avaliação dos sintomas vocais e gera evidências clínicas na terapia de pacientes com disfonia. Já para a avaliação objetiva, que se baseia na avaliação do terapeuta em relação a emissão vocal do indivíduo, ressalta-se a escala GRBASI, um instrumento de análise perceptivo-auditiva conhecido e utilizado internacionalmente. O presente estudo visou identificar os sintomas vocais por meio da ESV, em conjunto com a avaliação perceptivo-auditiva GRBASI para investigar as mudanças nos parâmetros vocais pós-intervenção terapêutica. Este estudo foi um ensaio clínico não controlado com amostra de conveniência, realizado no setor de Otorrinolaringologia do Complexo Hospitalar Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre. Participaram do estudo, 22 adultos voluntários com diagnóstico otorrinolaringológico prévio. Destes, 7 (31,8%) eram homens e 15 (68,2%) mulheres. Nas avaliações e reavaliações, foram utilizados os protocolos Escala de Sintomas Vocais e GRBASI. A abordagem na terapia vocal teve enfoque na promoção de uma melhora global da emissão, propiciando uma qualidade vocal mais harmônica, com redução do grau de alteração vocal por meio da coordenação das forças aerodinâmicas e mioelásticas da laringe. Como resultado foram encontradas diferenças estatisticamente significativas no grau geral (p=0,002) e nas subescalas emocional (p=0,002) e limitação (p=0,006), já na análise de cada questão da ESV individualmente houve diferença significativa em 9 questões, sendo 7 da subescala limitação, 2 da subescala emocional e nenhuma da subescala física. Em relação a escala GRBASI, houve diferença nos parâmetros de rugosidade, soprosidade e instabilidade.