Avaliação da fragilidade em pessoas idosas que vivem na comunidade
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Introdução: A fragilidade é uma síndrome que compromete a qualidade de vida e a autonomia de pessoas idosas, elevando o risco de quedas, hospitalizações e mortalidade. Sua avaliação é essencial para identificar indivíduos em maior risco e orientar intervenções preventivas que favoreçam um envelhecimento ativo. Este estudo buscou comparar dois instrumentos na determinação da prevalência da Síndrome da Fragilidade em idosos comunitários, analisar fatores associados e estimar a aplicabilidade de testes funcionais no rastreio. Métodos: Trata-se de um estudo observacional, transversal e descritivo, realizado com 323 idosos residentes na comunidade. Aplicou-se questionário clínico e sociodemográfico, além dos instrumentos Frail Scale (FS) e Edmonton Frail Scale (EFS). Foram realizadas análises descritivas, Qui-Quadrado de Pearson, regressão de Poisson e curvas ROC utilizando o SPSS e Stata. Resultados: A prevalência encontrada foi de 42,1% pela FS e 46,2% pela EFS, revelando diferenças entre os instrumentos. Houve associação significativa entre fragilidade e idade, autopercepção de saúde, polifarmácia, quedas e consultas médicas. Testes funcionais, como a Velocidade da Marcha de 6 metros (VM6m) e o Timed Up & Go Test (TUG), mostraram potencial para rastreio da condição. Conclusão: Os achados reforçam a necessidade de utilizar instrumentos adequados para a avaliação da fragilidade de modo a subsidiar intervenções direcionadas à prevenção, monitoramento e cuidado integral da população idosa.
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Dissertação (Mestrado) - Programa de Pós-Graduação em Ciências da Reabilitação, Fundação Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre.
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