Borras Vínicas como fonte de Antocianinas para síntese de Complexos de Zinco com potencial Antimicrobiano
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A borra de uva, resíduo vínico abundante mundialmente e especialmente no sul do Brasil, representa uma fonte sustentável e economicamente viável rica em compostos bioativos com potencial terapêutico, predominantemente antocianinas. Neste trabalho, investigou-se a extração dessas moléculas a partir de borras de Vitis vinifera provenientes da Serra Gaúcha, bem como a síntese e caracterização de complexo metálico de Zn²⁺ com antocianina como ligante, visando avaliar seu potencial antimicrobiano. A extração apresentou rendimento satisfatório (148,136 mg/L), com teores comparáveis aos descritos na literatura para amostras frescas, reforçando o valor do reaproveitamento de resíduos agroindustriais. O complexo antocianina–Zn(II) foi obtido com sucesso e caracterizado por espectroscopia UV-Vis, que mostrou deslocamento hipsocrômico indicativo de coordenação metal–ligante. Os ensaios antimicrobianos demonstraram efeito inibitório promissor, sugerindo sinergia entre o zinco e o composto natural, destacando o potencial desses complexos como alternativas no desenvolvimento de metaloantibióticos, promissores no combate à resistência antimicrobiana. Os resultados obtidos reforçam a viabilidade do uso de resíduos agrícolas como matéria-prima e contribuem para o desenvolvimento sustentável de novos candidatos a agentes terapêuticos.
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Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) - Química Medicinal, Fundação Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre.
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