Efeitos agudos da estimulação elétrica funcional e do treinamento muscular inspiratório no controle autonômico em pacientes com insuficiência cardíaca: ensaio clínico randomizado cruzado

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Introdução: A Estimulação Elétrica Funcional (EEF) e o Treinamento Muscular Inspiratório (TMI) podem auxiliar o tratamento de pacientes com Insuficiência Cardíaca (IC). Objetivo: Verificar os efeitos agudos da EEF e do TMI no controle autonômico em pacientes com IC. Métodos: Ensaio Clínico Randomizado Cruzado, com 11 pacientes submetidos a três intervenções randomizadas: EEF, TMI e EEF+TMI, com intervalo de uma semana entre elas. O TMI foi realizado por 15 minutos com 30% da pressão inspiratória máxima. A EEF foi realizada nos músculos vasto lateral e vasto medial, com frequência=20Hz, largura de pulso=0,5 milissegundos, Ton/off=5/10seg, durante 30 minutos ou até a fadiga, na intensidade máxima tolerada. Quando aplicado a EEF+TMI, o TMI foi realizado primeiramente. Foram avaliados antes e após as sessões, o controle autonômico pelo registro da pressão arterial batimento–a-batimento (Finapres), função endotelial pela técnica de dilatação mediada pelo fluxo (FMD), lactato sanguíneo e citocinas inflamatórias. Resultados: No controle autonômico, após a EEF, obteve-se redução significativa do componente LF/HF (p=0,01), LFn.u (p=0,03) e aumento da Mean RR (p=0,005). Após o TMI, houve aumento significativo da Mean RR (p=0,005) e quando realizada EEF+TMI houve aumento da Mean RR (p=0,02). Função endotelial e lactato sanguíneo não obtiveram diferença significativa. Quanto às citocinas, na EEF, houve um diminuição significativa do TNF-α (pré vs pós 24 horas, p=0,05), TMI: aumento da IL-10 (pré vs pós 24 horas p=0,05) e diminuição significativa do TNF-α (pós 1 horas vs pós 24 horas, p=0,03). Não havendo diferença quando associadas as duas intervenções. Conclusão: Quando aplicada EEF, TMI e EEF+TMI, existe alteração autonômica não induzindo mudanças na função endotelial e lactato sanguíneo. Ainda isoladamente EEF e TMI promoveram mudanças nas citocinas inflamatórias.

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Dissertação (Mestrado)-Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde, Fundação Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre.

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