Saúde Mental, Atenção Básica e Educação Permanente em Saúde: interfaces à luz da análise de documentos do Ministério da Saúde
| dc.contributor.advisor | Grzybowski, Luciana Suárez | pt_BR |
| dc.contributor.advisor-co | Esswein, Georgius Cardoso | pt_BR |
| dc.contributor.author | Pereira, Mariana Teixeira | pt_BR |
| dc.contributor.department | Psicologia | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2026-07-20T18:40:29Z | |
| dc.date.date-insert | 2026-07-20 | |
| dc.date.issued | 2025-11-26 | |
| dc.description | Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação)-Psicologia, Fundação Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre. | pt_BR |
| dc.description.abstract | A Atenção Básica (AB) é entendida como núcleo de cuidado psicossocial no SUS, contudo, ainda carrega marcas excludentes e segregadoras no atendimento em saúde mental (SM), refletindo hegemonias sociais, a precarização de serviços e a sobrecarga de trabalhadores diante de demandas crescentes. Essa realidade aponta, entre outros fatores, para lacunas político-pedagógicas no SUS, demonstrando como a Educação Permanente em Saúde (EPS) pode ter potencial de qualificar criticamente e de transformar práticas. Este estudo, com delineamento de Análise Documental, debruçou-se em documentos normativos e instrutivos do Ministério da Saúde, visando compreender como orientam e conceituam o cuidado em SM na AB, e os atravessamentos da EPS como conceito e estratégia político-pedagógica nesse campo. A partir de uma Análise Temática Reflexiva, foram construídos 3 temas: (1) Saúde Mental na Atenção Básica: Encontros e Desencontros; (2) Educação Permanente em Saúde como Estratégia Viva no SUS; (3) O que o território ensina: Dispositivos e Oportunidades. Como resultado, evidenciou-se como a AB, uma das portas de entrada da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), ao mesmo tempo que enfrenta desafios, é detentora de amplas responsabilidades, ao articular coordenação, integralidade e continuidade no cuidado em SM. O estudo também revelou como as diretrizes e referências da Política Nacional de Educação Permanente em Saúde (PNEPS) correm risco de se tornarem incipientes diante de um contexto político e social complexo, marcado por desassistência aos trabalhadores e desmonte da SM. Enfatiza-se o potencial de integração do cuidado em SM na AB e nas inter relações entre seus atores, por meio de ações de EPS. Nesse percurso, estratégias como reuniões de equipe, apoio matricial e cogestão demonstram tanto sua potência, quanto contradições que atravessam o fazer cotidiano da AB. | pt_BR |
| dc.description.abstract-en | Primary Health Care (PHC) is understood as a psychosocial care hub within the Brazilian Unified Health System (SUS). However, it still carries exclusionary and segregating marks in mental health (MH) care, reflecting social hegemonies, service precarization, and workers’ overload in the face of growing demands. This context points, among other factors, to political-pedagogical gaps within the SUS, highlighting the potential of Permanent Health Education (PHE) to critically qualify and transform practices. This documentary analysis study examined normative and instructional documents from the Brazilian Ministry of Health, aiming to understand how they guide and conceptualize MH care in PHC, as well as the intersections of PHE as a political-pedagogical concept and strategy in this field. Based on Reflexive Thematic Analysis, three themes were developed: (1) Mental Health in Primary Health Care: Encounters and Mismatches; (2) Permanent Health Education as a Living Strategy in the SUS; and (3) What the Territory Teaches: Devices and Opportunities. The findings highlight how PHC, as one of the entry points to the Psychosocial Care Network (RAPS), simultaneously faces challenges and holds broad responsibilities in coordinating comprehensive and continuous MH care. The study also revealed how the guidelines and references of the National Policy of Permanent Health Education (PNEPS) risk becoming weakened within a complex political and social context marked by insufficient support for workers and the dismantling of mental health care policies. The study emphasizes the potential for integrating MH care into PHC and strengthening relationships among health actors through PHE actions. In this process, strategies such as team meetings, matrix support, and co-management demonstrate both their potential and the contradictions that permeate PHC daily work. | en |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.ufcspa.edu.br/handle/123456789/3546 | |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.relation.requires | TEXTO - Adobe Reader | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Embargado | pt_BR |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/br/ | |
| dc.subject | Atenção Primária à Saúde | pt_BR |
| dc.subject | Serviços de Saúde Mental | pt_BR |
| dc.subject | Saúde Mental | pt_BR |
| dc.subject | Educação em Saúde | pt_BR |
| dc.subject | [en] Primary Health Care | en |
| dc.subject | [en] Mental Health Services | en |
| dc.subject | [en] Mental Health | en |
| dc.subject | [en] Health Education | en |
| dc.title | Saúde Mental, Atenção Básica e Educação Permanente em Saúde: interfaces à luz da análise de documentos do Ministério da Saúde | pt_BR |
| dc.type | Trabalho de conclusão de graduação | pt_BR |
Arquivos
Pacote original
1 - 1 de 1
Carregando...
- Nome:
- [TCC] Pereira, Mariana Teixeira (P).pdf
- Tamanho:
- 213.99 KB
- Formato:
- Adobe Portable Document Format
- Descrição:
- Texto Parcial
