Estudo citogenético dos genes MYC e HER2 em carcinomas de pequenas células de pulmão, através da técnica de hibridização in situ cromogênica - CISH

dc.contributor.advisorRoehe, Adriana Vial
dc.contributor.authorAlves, Rita de Cássia Sant'Anna
dc.date.accessioned2016-10-25T14:06:28Z
dc.date.accessioned2023-10-09T19:00:41Z
dc.date.available2016-10-25T14:06:28Z
dc.date.available2023-10-09T19:00:41Z
dc.date.date-insert2016-10-25
dc.date.issued2014
dc.descriptionTese (Doutorado)-Programa de Pós-Graduação em Patologia, Fundação Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre.pt_BR
dc.description.abstractIntrodução: o carcinoma de pequenas células do pulmão (SCLC) é um tumor extremamente agressivo com baixa sobrevida em dois anos. Pouco avanço ocorreu nos últimos 20 anos em termos terapêuticos para este tipo de neoplasia. Alterações citogenéticas envolvendo o gene MYC e HER2 têm sido relacionadas a uma maior agressividade no SCLC e podem representar potenciais alvos terapêuticos. Objetivo: determinar o número de cópias dos genes MYC e HER2 em SCLC, através da técnica de CISH e correlacionar a amplificação gênica com aspectos clinicopatológicos e sobrevida global dos pacientes. Material e Métodos: foram utilizados blocos de parafina provenientes de 77 pacientes com SCLC submetidos uma biópsia para diagnóstico do SCLC. As amostras foram analisadas através da técnica de CISH com as sondas para os genes MYC e HER2. A relação entre a análise citogenética, características histopatológicas e sobrevida global foi averiguada pelo Teste Exato de Fisher e o método de Mann- Whitney. Resultados: as amostras foram provenientes de biópsias brônquicas em 64,9% dos casos, e o restante, de linfonodos regionais. A análise pelo CISH com a sonda MYC foi realizada em 55 amostras e com a sonda HER2, em 21 amostras. O MYC foi considerado amplificado em 20% das amostras. Após regressão multivariada os pacientes com amplificação do gene MYC apresentaram uma sobrevida menor (4,7 semanas) comparados com os pacientes sem amplificação (26,2 semanas) (P=0,02 IC= 1,355- 10,261). Não houve correlação estatística entre a amplificação do gene MYC e outros aspectos clinicopatológicos. Não foi observada amplificação do gene HER2 nas amostras estudadas. Conclusão: a amplificação do gene MYC é um evento frequente no SCLC e poderia estar relacionada a uma sobrevida global menor. O status do gene MYC pode ser um fator prognóstico independente no SCLCpt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufcspa.edu.br/handle/123456789/413
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.relation.requiresAdobe Readerpt_BR
dc.rightsAcesso Aberto Imediato*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/*
dc.subjectGenes mycpt_BR
dc.subjectCarcinoma de Pequenas Células do Pulmãopt_BR
dc.subjectHibridização In Situpt_BR
dc.subjectAmplificação de Genespt_BR
dc.subjectSobrevidapt_BR
dc.subject[en] Genes, mycen
dc.subject[en] Small Cell Lung Carcinomaen
dc.subject[en] In Situ Hybridizationen
dc.subject[en] Gene Amplificationen
dc.subject[en] Survivalen
dc.titleEstudo citogenético dos genes MYC e HER2 em carcinomas de pequenas células de pulmão, através da técnica de hibridização in situ cromogênica - CISHpt_BR
dc.typeTesept_BR
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