Perfil epidemiológico e a prevalência da síndrome da rede axilar em mulheres com câncer de mama tratadas em um hospital regional do RS: coorte retrospectiva

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O câncer de mama é a neoplasia maligna que mais acomete o sexo feminino em todo mundo, após o câncer de pele não melanoma. O Rio Grande do Sul é um dos primeiros no ranking de número de casos. Sabe-se que o câncer de mama se caracteriza por uma doença heterogênea e os seus fatores de risco são conhecidos. Após o diagnóstico e o início do tratamento, as pacientes precisam adaptar-se diante da nova condição, principalmente com as possíveis complicações no pós-operatório, como a síndrome da rede axilar (SRA). Portanto, pode-se afirmar que a funcionalidade do membro superior de mulheres com câncer de mama sofre alterações. A literatura ainda é pouco desenvolvida sobre a SRA em pacientes com câncer de mama. Assim, foi realizado um estudo de coorte retrospectiva com pacientes de câncer mama que foram submetidas ao tratamento no Núcleo Mama do Hospital Moinhos de Vento, localizado em Porto Alegre – RS, no período de 2013 a 2018. Foram analisadas 128 mulheres, em dois grupos independentes definidos pela presença ou não da SRA, com idades variando entre 29 e 80 anos, com o objetivo de avaliar a prevalência dos cordões linfáticos e o perfil epidemiológico desta amostra em cinco anos, entre o diagnóstico, tratamento e o seguimento do câncer de mama. Estes dados podem oferecer elementos úteis ao planejamento de medidas visando à melhora e à promoção do bem-estar físico e emocional das mulheres acometidas pelo câncer de mama.

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Dissertação (Mestrado)-Programa de Pós-Graduação em Ciências da Reabilitação, Fundação Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre.

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