Associação entre Disfunção Temporomandibular e dor pélvica crônica em mulheres

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Introdução: A disfunção temporomandibular (DTM) e a dor pélvica persistente (DPP) são condições de dor crônica que fazem parte de um espectro de condições dolorosas sobrepostas mais prevalentes no sexo feminino, reconhecida pela National Institute of Health (NIH) como Co⭲diçõcs dc Koí Cíô⭲ica Sobícposta (COPCS). Ambas as condições apresentam impactos significativos sobre a qualidade de vida (QV), funcionalidade e saúde emocional. Além disso, essas condições podem compartilhar mecanismos como a sensibilização central, disfunções miofasciais e fatores emocionais. Entretanto, existe uma lacuna na literatura sobre a associação direta entre ambas as condições, especialmente sobre a gravidade da DTM e presença de DPP. Nesse sentido, esse estudo tem como propósito investigar essa associação. Objetivo: Avaliar a associação entre DTM e DPP em mulheres adultas, explorando a relação entre gravidade de DTM e presença de DPP. Métodos: Estudo transversal com 790 mulheres. A gravidade da DTM foi avaliada pelo Índice Anamnésico de Fonseca (IAF), e a DPP foi identificada por autorrelato de dor na pelve com duração superior a seis meses. O nível de atividade física foi avaliado pelo Questionário Internacional da Atividade Física (IPAQ) e os sintomas de ansiedade pelo Beck Anxiety Inventory (BAI). Para avaliar dados sociodemográficos e doenças prévias foi utilizado um questionário de autorrelato. As participantes foram divididas em três grupos: grupo sem DTM e DPC, grupo com DTM ou DPC e grupo com ambas as condições. Resultados: Houve associação significativa entre gravidade da DTM e presença de DPP, sendo que conforme aumentava a severidade da DTM aumentava a prevalência de DPP. O grupo com ambas as condições dolorosas demonstrou maior prevalência de sintomas ansiosos (moderados a severos), sintomas urinários e doenças prévias. Conclusão: A gravidade da DTM está significativamente associada à presença DPP em mulheres. Esse achado sugere que ambas as condições possam compartilhar mecanismos em comum.

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Dissertação (Mestrado) - Programa de Pós-Graduação em Ciências da Reabilitação, Fundação Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre.

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