Estudos com foco na prevenção de lesões em jovens futebolistas: percepções dos atletas e recuperação de força pós-jogo

dc.contributor.advisorBaroni, Bruno Manfredinipt_BR
dc.contributor.authorCobos, Roberto Carlos Rebolledopt_BR
dc.contributor.departmentPrograma de Pós-Graduação em Ciências da Reabilitaçãopt_BR
dc.date.accessioned2026-01-28T18:30:57Z
dc.date.date-insert2026-01-28
dc.date.issued2025-11-24
dc.descriptionTese (Doutorado) - Programa de Pós-Graduação em Ciências da Reabilitação, Fundação Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre.pt_BR
dc.description.abstractEsta tese foi composta por dois estudos realizados com atletas de futebol masculino das categorias de base de clubes de elite da Colômbia. No primeiro estudo, 504 atletas, com idades entre 15 e 20 anos, vinculados a nove clubes de oito cidades diferentes, responderam a um questionário on-line sobre percepções em relação aos fatores de risco e às estratégias preventivas de lesões esportivas. Os resultados mostraram que os atletas identificaram a recuperação pós-exercício insuficiente — caracterizada por sono inadequado, hidratação limitada e déficits de força — como um dos principais fatores predisponentes à lesão. Além disso, reconheceram o aquecimento précompetitivo, a hidratação, a dieta, o controle da carga de trabalho e as estratégias baseadas em exercícios como condutas protetoras essenciais em suas rotinas. Motivado pela importância atribuída pelos futebolistas à recuperação pós-exercício, o segundo estudo teve como objetivo examinar a cinética de restauração da força excêntrica dos isquiotibiais após uma partida competitiva. Participaram duas equipes da categoria sub-20 que se enfrentaram no primeiro jogo da temporada. A força excêntrica produzida pelos músculos posteriores da coxa durante a execução do exercício nórdico de isquiotibiais foi mensurada na véspera do jogo e aproximadamente 24, 48 e 72 horas após a partida. Os resultados revelaram uma redução significativa da força excêntrica em relação ao valor basal nos três momentos de coleta pós-jogo. No membro dominante, os déficits médios foram de 16,8% em 24 horas, 13,6% em 48 horas e 7,8% em 72 horas, enquanto o membro não dominante apresentou reduções de 14,7%, 12,1% e 8,1%, respectivamente. Em nível individual, 70% dos atletas apresentaram pelo menos um membro não recuperado em 24 horas, proporção que diminuiu para 50% em 48 horas e 40% em 72 horas. Apenas um atleta alcançou recuperação completa em ambos os membros dentro do período de acompanhamento de três dias. Esses achados demonstram que a recuperação da força excêntrica dos isquiotibiais após uma partida competitiva é heterogênea e frequentemente incompleta até 72 horas após o jogo.pt_BR
dc.description.abstract-enThis thesis comprised two studies conducted with male football players from the youth academies of elite clubs in Colombia. In the first study, 504 players aged 15 to 20 years, affiliated with nine clubs across eight different cities, completed an online questionnaire regarding their perceptions of injury risk factors and preventive strategies. The results showed that players identified insufficient postexercise recovery — characterized by inadequate sleep, limited hydration, and strength deficits — as one of the main predisposing factors for injury. Moreover, they recognized pre-competition warm-up, hydration, nutrition, workload control, and exercise-based strategies as essential protective measures in their routines. Motivated by the importance that football players attributed to post-exercise recovery, the second study aimed to examine the time course of eccentric hamstring strength restoration following a competitive match. Two under-20 teams that faced each other in the first game of the season participated in the study. Eccentric strength produced by the hamstring muscles during the execution of the Nordic hamstring exercise was measured on the day before the match and approximately 24, 48, and 72 hours afterward. The findings revealed a significant reduction in eccentric strength compared with baseline at all three post-match time points. In the dominant limb, mean deficits were 16.8% at 24 hours, 13.6% at 48 hours, and 7.8% at 72 hours, whereas the non-dominant limb showed reductions of 14.7%, 12.1%, and 8.1%, respectively. At the individual level, 70% of players had at least one limb not recovered at 24 hours, decreasing to 50% at 48 hours and 40% at 72 hours. Only one player achieved full recovery in both limbs within the three-day follow-up period. These findings demonstrate that eccentric hamstring strength recovery after a competitive football match is heterogeneous and often incomplete up to 72 hours post-match.en
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufcspa.edu.br/handle/123456789/3464
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.relation.requiresTEXTO - Adobe Readerpt_BR
dc.rightsAcesso Embargadopt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/br/
dc.subjectFerimentos e Lesõespt_BR
dc.subjectPrevenção de Doençaspt_BR
dc.subjectRisco de Lesãopt_BR
dc.subjectFadigapt_BR
dc.subjectForça Muscularpt_BR
dc.subjectFutebolpt_BR
dc.subject[en] Wounds and Injuriesen
dc.subject[en] Disease Preventionen
dc.subject[en] Injury Risken
dc.subject[en] Fatigueen
dc.subject[en] Muscle Strengthen
dc.subject[en] Socceren
dc.subject.ods3 - Saúde e Bem-Estarpt_BR
dc.titleEstudos com foco na prevenção de lesões em jovens futebolistas: percepções dos atletas e recuperação de força pós-jogopt_BR
dc.typeTesept_BR

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