Comparação da produção extracelular de adenosina em células estromais mesenquimais isoladas da derme, do tecido adiposo e do cordão umbilical

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Desde sua descoberta ainda na década de 60, as células estromais mesenquimais (do inglês mesenchymal stem cells ou MSCs) têm sido exaustivamente estudadas para o uso em terapias celulares devido a suas características intrínsecas. Até o momento, a principal fonte utilizada para o isolamento dessas células é a medula óssea, entretanto a obtenção de células a partir desta fonte é difícil devido à necessidade de realização de um procedimento invasivo. Por isso, outras fontes têm sido exploradas, dentre elas, tecidos doados excedentes de cirurgias hospitalares. Contudo, as MSCs obtidas de diferentes tecidos podem diferir na expressão de certas proteínas, impactando nas suas funções biológicas e nos resultados de ensaios clínicos. Dessa forma, para que o uso das MSCs em terapias celulares torne-se realidade, é necessário compreender as diferenças entre essas células provenientes de diferentes tecidos, em especial em relação aos mecanismos responsáveis pelas principais funções atribuídas a elas. Nesse sentido, o presente estudo propôs-se a revisar a importância da sinalização da adenosina nas funções das MSCs, e avaliar e comparar a produção de adenosina pela hidrólise de AMP extracelular em MSCs obtidas de tecidos humanos doados excedentes de cirurgias hospitalares com o intuito de auxiliar na escolha da fonte tecidual para as terapias celulares. Como resultado, foi produzido e publicado um artigo de revisão sobre a influência da via adenosinérgica nas funções das MSCs, e um manuscrito em preparação com dados experimentais que caracterizam esta via em MSCs obtidas da derme, do tecido adiposo e do cordão umbilical.

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Dissertação (Mestrado)-Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde, Fundação Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre.

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