Relação dose-resposta no treinamento com exercício nórdico de isquiotibiais
| dc.contributor.advisor | Baroni, Bruno Manfredini | pt_BR |
| dc.contributor.author | Franke, Rodrigo de Azevedo | pt_BR |
| dc.contributor.department | Programa de Pós-Graduação em Ciências da Reabilitação | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2026-02-05T18:31:21Z | |
| dc.date.date-insert | 2026-02-05 | |
| dc.date.issued | 2025-12-17 | |
| dc.description | Tese (Doutorado) - Programa de Pós-Graduação em Ciências da Reabilitação, Fundação Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre. | pt_BR |
| dc.description.abstract | A presente tese foi constituída por dois artigos originais que avaliaram a influência do volume de treinamento com o exercício nórdico de isquiotibiais (Nordic Hamstring Exercise – NHE) na força excêntrica. O primeiro consistiu em uma revisão sistemática com meta-análise e meta-regressão que teve como principais objetivos avaliar os ganhos de força com programas de treinamento com o NHE na força excêntrica, concêntrica e isométrica, além de analisar a possível existência de uma relação de dose-resposta entre volume e força. Os resultados demonstraram ganhos de força excêntrica superiores a força concêntrica, em especial no próprio gesto do NHE, enquanto a força isométrica não apresentou aumento. Contudo, a análise de meta-regressão não apresentou associação entre nenhuma das oito variáveis de descrição de volume adotadas e, portanto, não foi possível constatar a existência de uma relação de dose-resposta entre volume e ganhos de força. A dificuldade em controlar a intensidade do NHE, que depende da capacidade de cada indivíduo em suportar o controle do peso do corpo até o solo, é um dos principais fatores limitantes da análise. Além disso, a duração das intervenções e o nível de condicionamento da amostra também podem afetar a relação entre volume e ganho de força. De um ponto de vista prático, prescrever volumes altos de NHE nas primeiras semanas de treinamento para indivíduos que não estejam acostumados com esse exercício é desnecessário. Uma margem entre 29-64 repetições semanais do NHE, após um período de inicial de incremento progressivo, contemplaria não-atletas e atletas desacostumados com o NHE. Volumes maiores podem ser necessários em atletas proficientes com esse exercício, contudo, investigações mais profundas são necessárias para confirmar essa hipótese. Já o segundo artigo que compõe a presente tese teve como objetivo avaliar se a implementação de um regime de microdose seria capaz de sustentar os ganhos de força excêntrica obtidos na pré-temporada de atletas de rúgbi e futebol americano. Baseado no primeiro estudo da tese, incorporamos um volume incremental que alcançou o máximo de 60 repetições semanais ao longo de um período de cinco semanas em um total de 34 atletas. Após esse período, os mesmos foram randomizados em dois grupos de 17 indivíduos, em que um grupo manteria um regime de microdose (10% da dose semanal máxima) e o outro grupo pararia completamente a utilização do NHE por 10 semanas. Os atletas apresentaram índices satisfatórios de aderência, com 90% no período de volume convencional e 93% no período da microdose. Os resultados demonstraram um ganho significativo de força excêntrica de mais de 9% no curto período de pré-temporada com volume convencional. Contudo, os ganhos de força foram perdidos por completo em ambos os grupos após um período de apenas cinco semanas. Nas cinco semanas finais, os ganhos de força permaneceram no mesmo nível. Os resultados demonstram que a microdose empregada não foi suficiente para sustentar durante a temporada os ganhos de força adquiridos na pré-temporada com um volume convencional de treinamento com o NHE, sendo necessário um estímulo maior para tal fim. | pt_BR |
| dc.description.abstract-en | This thesis consists of two original articles that evaluated the influence of training volume with the Nordic Hamstring Exercise (NHE) on eccentric strength. The first was a systematic review with meta-analysis and metaregression that aimed to assess strength gains with NHE training programs in eccentric, concentric, and isometric strength, as well as to analyze the possible existence of a dose-response relationship between volume and strength. The results demonstrated eccentric strength gains superior to concentric strength gains, especially in the NHE movement itself, while isometric strength did not show an increase. However, the meta-regression analysis did not show an association between any of the eight volume description variables adopted and, therefore, it was not possible to ascertain the existence of a dose-response relationship between volume and strength gains. The difficulty in controlling the intensity of the NHE, which depends on each individual's ability to support body weight control until the ground, is one of the main limiting factors of the analysis. In addition, the duration of the interventions and the conditioning level of the sample may also affect the relationship between volume and strength gain. From a practical standpoint, prescribing high volumes of NHE in the first weeks of training for individuals unaccustomed to this exercise is unnecessary. A range of 29-64 repetitions per week of NHE, after an initial period of progressive increase, would be suitable for non-athletes and athletes unaccustomed to NHE. Higher volumes may be necessary for athletes proficient in this exercise; however, further investigations are needed to confirm this hypothesis. The second article in this thesis aimed to evaluate whether implementing a microdosing regimen could sustain the eccentric strength gains achieved in the preseason by rugby and American football athletes. Based on the first study in the thesis, we incorporated an incremental volume that reached a maximum of 60 repetitions per week over a five-week period in a total of 34 athletes. After this period, they were randomized into two groups of 17 individuals, where one group would maintain a microdosing regimen (10% of the maximum weekly dose) and the other group would completely stop using NHE for 10 weeks. The athletes showed satisfactory adherence rates, with 90% during the conventional-volume period and 93% during the microdose period. The results demonstrated a significant eccentric strength gain of over 9% in the short preseason period with conventional-volume. However, the strength gains were completely lost in both groups after only five weeks. In the final five weeks, strength gains remained at the same level. The results demonstrate that the microdose used was not sufficient to sustain throughout the season the strength gains acquired in the preseason with a conventional-volume training using NHE, requiring a greater stimulus for this purpose. | en |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.ufcspa.edu.br/handle/123456789/3483 | |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.relation.requires | TEXTO - Adobe Reader | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Embargado | pt_BR |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/br/ | |
| dc.subject | Exercício Nórdico de Isquiotibiais | pt_BR |
| dc.subject | Volume | pt_BR |
| dc.subject | Força Muscular | pt_BR |
| dc.subject | Microdose | pt_BR |
| dc.subject | Atletas | pt_BR |
| dc.subject | [en] Nordic Hamstring Exercise | en |
| dc.subject | [en] Volume | en |
| dc.subject | [en] Muscle Strength | en |
| dc.subject | [en] Microdose | en |
| dc.subject | [en] Athletes | en |
| dc.subject.ods | 3 - Saúde e Bem-Estar | pt_BR |
| dc.title | Relação dose-resposta no treinamento com exercício nórdico de isquiotibiais | pt_BR |
| dc.type | Tese | pt_BR |
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