Impacto da Hipohidratação na performance de Força Muscular Isométrica em mulheres
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Objetivo: Verificar o impacto da hipohidratação na performance de força muscular isométrica em mulheres fisicamente ativas. Métodos: Seis mulheres entre 18 e 38 anos, realizaram duas sessões experimentais idênticas de exercício em câmara ambiental (39 °C; 50% umidade relativa), diferenciadas apenas pelo estado de hidratação (0% e -2%). A avaliação ocorreu através de uma sessão de exercício de ciclismo dividido em 4 séries de 20 minutos, em uma intensidade moderada, controlada através de produção de calor metabólico por unidade de massa corporal (6W.kg⁻¹) e com monitoramento dos indicadores fisiológicos e perceptivos. Por fim, em ambiente neutro, foram avaliadas a força de preensão manual e força de contração voluntária máxima isométrica de extensão de joelho. Resultados: A hipohidratação de ~2% aumentou a percepção de esforço (p = 0,002) e de sede (p = 0,005), reduziu o conforto térmico (p = 0,030) e diminuiu a força relativa manual esquerda (p = 0,008), sem provocar alterações significativas no torque isométrico de joelho (p = 0,140) nem na força manual do membro superior direito (p=.0,520) Conclusão: O nível de 2% de hipohidratação demonstra que pequenas perdas hídricas afetaram principalmente variáveis perceptivas e tarefas mais sensíveis ao drive neural, reforçando que os efeitos da hipohidratação não são uniformes entre diferentes segmentos musculares.
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Trabalho de conclusão de curso (Graduação) - Fisioterapia, Fundação Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre.
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