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Navegando por Autor "Petry, Carolina"

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    Avaliação do eixo hipotálamohipófise-gonadal e sua correlação com a composição corporal em homens submetidos à cirurgia bariátrica
    (2024-06-26) Petry, Carolina; Lima, Júlia Fernanda Semmelmann Pereira; Programa de Pós-Graduação em Patologia
    Introdução: Obesidade é uma doença grave, multifatorial, complexa, crônica, e epidêmica atualmente, que acarreta diversas outras doenças que afetam a qualidade de vida e a sobrevida dos pacientes por ela acometidos. Dentre as diversas comorbidades, está o hipogonadismo masculino, que afeta a vida sexual e reprodutiva do homem. O hipogonadismo e a obesidade estão conectados em um ciclo vicioso; a deficiência de testosterona leva a um aumento da adiposidade e o tecido adiposo piora a deficiência hormonal. O tratamento com melhor resultado para recuperação hormonal é a perda de peso corporal, podendo ela ser conquistada através de tratamento clínico ou cirúrgico. Objetivos: O principal objetivo deste estudo é avaliar a composição corporal de homens com obesidade hipogonádicos e não-hipogonádicos nos períodos pré e pós-operatório de cirurgia bariátrica. Materiais e métodos: Foram avaliados pacientes do sexo masculino com obesidade e indicação de cirurgia bariátrica atendidos no Centro de Tratamento da Obesidade (CTO), da Irmandade Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre (ISCMPA). Os pacientes foram submetidos à avaliação antropométrica, realizaram exames laboratoriais para determinação do perfil hormonal e realizaram avaliação da composição corporal através de absorciometria de raios-X de dupla energia (DEXA) nos períodos pré e pósoperatório de cirurgia bariátrica. Todos os pacientes assinaram termo de consentimento livre e esclarecido. Resultados: Quarenta e dois pacientes aceitaram participar do estudo e 36 realizaram os exames laboratoriais e 20 a avaliação da composição corporal por DEXA. A média de idade dos pacientes foi 37,1±10,2 anos (18 a 59), peso de 131,3±14,3 kg e IMC de 44,4±4,95 kg/m²; 32 pacientes foram submetidos à cirurgia bariátrica, sendo que em 18 (56%) a 5 técnica cirúrgica utilizada foi a gastrectomia vertical. Daqueles que realizaram a avaliação hormonal no pré-operatório, considerando testosterona total (TT) <264 ng/dL e testosterona livre <6,5 ng/dL (quando o TT era limítrofe), o hipogonadismo foi encontrado em 18 pacientes (50%). Entre os 20 pacientes que realizaram a avaliação total no pré-operatório, o excesso de peso foi maior em homens hipogonádicos (58,1±1.,6 vs 51,1±13,5 kg), bem como o percentual de gordura corporal (PGC) (46,1±4,3 vs 45,1±4,5%), entretanto, sem significância estatística. Após a cirurgia, o TT voltou ao normal em todos os pacientes hipogonádicos, e os pacientes apresentaram perda de peso e PGC semelhantes. Em relação a relação entre gordura visceral e testosterona, observou-se correlação moderada entre o aumento dos níveis de TT e a redução da gordura visceral (r= 0,33; p=0,39). Conclusão: Embora frequentemente observados, baixos níveis de TT no pré-operatório não influenciaram os resultados pós-cirúrgicos, em termos de perda de peso ou composição corporal. A normalização dos níveis de TT no pós-operatório deve-se, provavelmente, à melhora da função gonadal proporcionada pela perda de peso após a cirurgia bariátrica.
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    Avaliação do potencial preditivo do ki67 em relação à evolução tumoral em pacientes com adenomas hipofisários
    (2017-02-24) Petry, Carolina; Oliveira, Miriam da Costa; Lima, Júlia Fernanda Semmelmann Pereira; Programa de Pós-Graduação em Patologia
    Introdução: Adenomas hipofisários (AH) são tumores benignos relativamente comuns, sendo que uma parcela significativa deles tem comportamento mais agressivo. Muitos estudos têm sido realizados a fim de descobrir algum marcador deste pior comportamento. Objetivo: Avaliar o potencial do índice Ki67 em predizer a evolução pósoperatória dos adenomas hipofisários em relação ao resíduo e recrescimento tumoral de acordo com o ponto de corte de 3%. Material e Métodos: Foram incluídos 52 pacientes no estudo, 28 mulheres (53,8%), com idade média 43,5±14,1 anos. Os AH eram não-funcionantes em 29 casos, secretores de GH em 18 e secretores de ACTH em 5 casos. Em 23 casos, o Ki67 foi igual ou maior que 3%. Resultados: Quando os dois grupos, de acordo com o Ki67<3% ou Ki67≥3%, foram comparados, o resíduo tumoral na primeira imagem (73 vs. 52%, p=0,15) e na última imagem pós-operatória (56 vs. 48%, p=0,58), a necessidade de nova intervenção (43 vs. 34%, p=0,57) e a invasão do seio cavernoso na última imagem (43 vs. 24%, p=0,23) foram sempre maiores no grupo com Ki67≥3%. Recrescimento tumoral ocorreu somente em 4 pacientes, todos eles com Ki67<3%. Um paciente com adenoma secretor de GH evoluiu com diagnóstico de carcinoma hipofisário. Conclusão: Quando comparados dois grupos de pacientes de acordo com o ponto de corte do Ki67 de 3%, observa-se que a maior ocorrência de resíduo tumoral e invasão do seio cavernoso não são acompanhadas de significância estatística. Estes achados não permitem sugerir neste momento que um manejo terapêutico mais agressivo deva ser indicado, a priori, para pacientes com adenomas hipofisários cujos estudos imuno-histoquímicos revelem um Ki67≥3%.

Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre
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