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[DISSERTAÇÃO] Oppermann, Carla MariaTexto integral3,15 MBAdobe PDFView/Open
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dc.contributor.advisorAzambuja, Marcelo Schenk de-
dc.contributor.authorOppermann, Carla Maria-
dc.date.accessioned2019-08-29T14:44:19Z-
dc.date.available2019-08-29T14:44:19Z-
dc.date.issued2018-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufcspa.edu.br/jspui/handle/123456789/733-
dc.descriptionDissertação (Mestrado)-Programa de Pós-Graduação em Ensino na Saúde, Fundação Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre.pt_BR
dc.description.abstractIntrodução: Os serviços ambulatoriais de saúde que realizam procedimentos invasivos, como as clínicas médicas privadas, têm de forma crescente aumentado e incorporado tecnologia e diversidade em atendimento. Diferente dos hospitais, que devido a sua complexidade tem legislação específica e recebem ação direta da vigilância sanitária, os serviços ambulatoriais precisam, de forma autônoma, implantar as ações de prevenção a partir de um Programa de Controle de Infecções e Educação no Serviço para a melhoria da qualidade assistencial. Objetivo: Conhecer a estrutura existente nos serviços ambulatoriais de saúde quanto à prevenção das infecções relacionadas à assistência em saúde para desenvolver um produto educativo, direcionado às necessidades encontradas. Método: Trata-se de uma pesquisa exploratória descritiva com abordagem mista QUAN+QUAL realizada em 14 clínicas privadas de saúde em Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Uma população de 29 clínicas convidadas; a amostra foi constituída por 14 profissionais representantes das 14 clínicas que aceitaram o convite. Coleta de dados por meio de entrevista, com perguntas abertas e fechadas. Análise de conteúdo dos dados qualitativos e percentuais simples dos quantitativos. Resultados: Perfil das clínicas participantes: quatro cirúrgicas; quatro oncológicas; três de endoscopia; duas de diálise; e uma de radioimagem. Evidenciou-se que cinco (36%) clínicas têm Comissão de Controle de Infecção; 10 (71%) têm Programa de Controle de Infecção; e nove (64%) realizam cálculo das taxas de infecção. Os entrevistados relatam desenvolver capacitações em diversas frequências. Na abordagem qualitativa emergiram quatro categorias, denominadas: Educação, Prevenção, Vigilância e Controle de Infecção. Estas foram divididas em dezesseis subcategorias. A categoria Educação foi a de maior relevância. Quanto aos dados quantitativos, na Higiene de Mãos, 100% dos serviços distribuem dispensadores de álcool gel, porém somente duas clínicas realizam indicador de adesão de Higiene de Mãos. A maioria dos serviços (71%) tem orientações escritas e realizam capacitações sobre Injeção Segura (IS), mas a adesão desta prática é monitorada em apenas uma clínica. Todos os serviços fornecem Equipamentos de Proteção Individual. Somente dois (14%) serviços têm orientação da etiqueta da tosse e cinco (36%) serviços detectam suspeitas de pacientes portadores de Germe Multirresistente. As rotinas e capacitações sobre o processamento de artigos para a saúde e limpeza e desinfecção do ambiente são realizadas em todos os serviços, mas somente cinco (36%) realizam o monitoramento das competências. Conclusão: Os serviços participantes mantêm estrutura física para as ações de prevenção, mas precisam avançar no monitoramento e avaliação dos processos assistenciais realizados para melhorar a segurança do paciente e a qualidade da assistência. Os resultados direcionam a elaboração de um produto educativo para ser utilizado como recurso pedagógico na educação permanente nesses serviços. Produto Gerado: Foi elaborado um manual digital com 13 capítulos divididos em parte administrativa e técnica. Os temas abordados nos capítulos emergiram das necessidades identificadas na pesquisa realizada. Este produto educativo é destinado aos gestores e profissionais de saúde com o objetivo de auxiliar na implantação e implementação da prevenção das infecções.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.relation.requiresAdobe Readerpt_BR
dc.rightsAtribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual 4.0 Internacional*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/*
dc.subjectInfecção Hospitalarpt_BR
dc.subjectAssistência Ambulatorialpt_BR
dc.subjectPrevençãopt_BR
dc.subjectEducação em Saúdept_BR
dc.subjectSegurança do Pacientept_BR
dc.subject[en] Cross Infectionen
dc.subject[en] Ambulatory Careen
dc.subject[en] Disease Preventionen
dc.subject[en] Health Educationen
dc.subject[en] Patient Safetyen
dc.titleServiços ambulatoriais de saúde: conhecendo a realidade sobre as ações de prevenção de infecçõespt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.advisor-coCaregnato, Rita Catalina Aquino-
dc.description.abstract-enThe ambulatory care services that are capable of performing invasive procedures, as the private medical clinics, are growing steadily and incorporating technology and diversity in attendance. In contrast to hospitals, which due to their complexity have specific legislation and supervision from sanitation authorities, the ambulatory services need to implant prevention actions autonomously. This is based on a program of infection control and service education aiming at a better assistance quality. Objectives: To implement a survey on ambulatory health care services related to infection prevention and control and to develop an educative guide to attend the necessities found. Methods: The present work is an exploratory descriptive research based on qualitative and quantitative approaches. The research involved fourteen private health care clinics (from a population of 29 invited) at the city of Porto Alegre, state of Rio Grande do Sul. Data collection was performed by interviews with close-ended and open-ended questions. Qualitative data was interpreted based on the content analysis method, while quantitative data followed standard percentage analysis. Results: The profile of the participant clinics is as follows: four surgical, four oncological, three endoscopic, two performing dialysis, and one of medical imaging. It was evidenced that 36% of the clinics have a “Commission for Infection Control”; 71% have an “Infection Control Program”; and 64% perform regular calculations of infection rates. The interviewed representatives report they attend capacitation courses at frequencies that vary depending on the service. Four categories were explored in the qualitative analysis: education, prevention, surveillance, and infection control. These in turn were divided in 16 subclasses. Education was the most relevant. As to the quantitative analysis, in the case of hands hygiene, 100% of the services distribute alcohol dispensers, but only two clinics performed indicators of adherence of hand hygiene. The majority of the services (71%) has written protocols and perform training on safe injection, but adherence to this practice is monitored only in one clinic. All services provide personal protective equipments (PPE). Only 14% of the services have orientations on cough labelling and 36% detect suspicions of patients carrying multi-resistant germs. Routines and training on processing of health goods and cleaning and disinfection of the working areas are performed in all services, but only 36% of the clinics maintained regular monitoring of the competences. Conclusion: The participant services keep an infrastructure suitable for prevention actions, but need to improve monitoring and evaluation of the care processes in order to deliver a better service quality and greater safety to the patient. As a result of the survey, an educational guide was elaborated to be used as a resource for continued training and good practices at ambulatory services. Generated Product: A digital manual was elaborated with 13 chapters divided in administrative and technical part. The topics covered in the chapters emerged from the needs identified in the research. This educational product is intended for managers and health professionals with the purpose of assisting in the implementation and implantation of infection prevention.pt_BR
dc.date.date-insert2019-08-29-
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