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[TESE] Mattos, Luciana BisioTexto parcial2,03 MBAdobe PDFView/Open
Title: Avaliação da promoção da autorregulação em saúde: estudo no contexto do programa saúde na escola no Rio Grande do Sul/Brasil
Authors: Mattos, Luciana Bisio
metadata.dc.contributor.advisor: Magalhães, Cleidilene Ramos
metadata.dc.contributor.advisor-co: Reppold, Caroline Tozzi
Issue Date: 2018
Keywords: Autorregulação em Saúde
Programa Saúde na Escola (PSE)
Alimentação Saudável
Saúde Bucal
[en] Healthy Diet
[en] Oral Health
Abstract: Este estudo se situa no campo da promoção da autorregulação para a saúde entre escolares. No domínio da saúde, o construto da autorregulação pode contribuir para a compreensão de hábitos de vida que contribuem para melhorias na saúde dos indivíduos. Diante disso, este estudo teve o objetivo de realizar e avaliar um programa de intervenção de promoção da autorregulação nas temáticas de alimentação saudável e saúde bucal, sob perspectiva da teoria social cognitiva, em atividades relacionadas ao Programa Saúde na Escola (PSE). O estudo foi desenvolvido nos anos de 2015 a 2018, no município de Sapucaia do Sul-RS, e recebeu financiamento da CAPES, pelo Programa Ciência Sem Fronteiras, no Edital 09/2014, Processo: 88881.068058/2014-01. Métodos e análises: Trata-se de um ensaio clínico randomizado (ClinicalTrials.gov: NCT03222713) com a população de turmas do 5º ano de escolas municipais de Sapucaia do Sul/RS Brasil, estruturado em duas fases. Na fase 1, os professores e profissionais da saúde participaram de um Programa de Formação em Promoção de Autorregulação em Saúde e, na fase 2, foi realizado um Programa de Intervenção em Autorregulação (PARS) com os escolares. Os participantes foram randomizados em três grupos (grupo Experimental I - G2, Experimental II - G3 e grupo controle - G1). Para medidas de avaliação da eficácia do programa de intervenção (PARS) com os alunos, foram utilizados: um desenho de pre-post de medidas repetidas, empregando questionário alimentar do dia anterior (QUADA); um questionário de conhecimento declarativo sobre alimentação saudável e saúde bucal; uma escala de autorregulação para a saúde, uma escala de autoeficácia para a saúde e duas avaliações de medidas físicas, índice de massa corporal (IMC) e índice de higiene oral simplificado (IHOS). Todos os instrumentos foram validados para o contexto brasileiro em outro estudo à parte e utilizados nesta pesquisa. Resultados: Os dados dos escolares selecionados, de onze escolas do ensino fundamental, foram alocados nos grupos de tratamento e medidos em cinco momentos (antes do início da intervenção, após 3 meses de intervenção, após 6 meses intervenção, final da intervenção e 6 meses após final da intervenção) considerando seis variáveis dependentes (AR_AL e AR SB - autorregulação alimentação saudável e saúde bucal; AE_AL e AE SB - autoeficácia alimentação saudável e saúde bucal; CD_AL e CD SB - conhecimento declarativo alimentação saudável e saúde bucal; FV_AL FV SB - frutas e legumes alimentação saudável e saúde bucal; IMC_AL - índice de massa corporal; UP_AL e UP SB - alimentos ultraprocessados alimentação saudável e saúde bucal; e IHOS_SB - índice de higiene oral simplificado). Como as médias do Grupo de alunos participantes do PARS (G 3) aumentaram (AR_AL e SB, AE_AL e SB, CD_AL e SB, FV_AL e SB e IHOS_SB - boa higiene oral) ou diminuíram (IMC_AL - sobrepeso e obesidade e UP_AL) ao longo do tempo, parece haver uma melhora consistente nas medidas dos participantes ao longo do tempo. Portanto, nesse caso, o tempo de implementação do programa foi crucial para avaliar a eficácia da intervenção. Conclusões: A atuação intersetorial de promoção de saúde (PSE) e da autorregulação focaliza a contribuição para a construção de novos dispositivos para mudança de comportamento e hábitos saudáveis. O PARS ajudou a reduzir os problemas de saúde das crianças (por exemplo, aumentar o consumo de frutas e vegetais e melhorar a higiene e escovação em relação à saúde bucal), bem como reforçou as políticas públicas de promoção da alimentação saudável e de saúde bucal nas escolas, pois auxiliou a mudar os hábitos de saúde.
metadata.dc.description.abstract-en: This study is located in the field of promoting self-regulation for health among school children. In the field of health, the self-regulation construct can contribute to the understanding of life habits that contribute to the improvement of individuals' health. The objective of this study was to perform and evaluate an intervention program to promote self - regulation in the themes of healthy eating and oral health, under the lens of the perspective of cognitive social theory, in activities related to the School Health Program (Programa Saúde na Escola -PSE). The study was developed in the years 2015 to 2018, in the city of Sapucaia do Sul-RS and was financially suported by CAPES, by the Science without Borders Program in Public Notice 09/2014, Process: 88881.068058 / 2014-01. Methods and analysis: This is a randomized clinical trial (ClinicalTrials.gov: NCT03222713), with the population of classes of the 5th year of municipal schools in Sapucaia do Sul / RS Brazil, structured in two phases. In phase 1, teachers and health professionals participated in a training program to promote self-regulation in health and in phase 2 an intervention program in self-regulation (PSRH) was carried out. Participants were randomized into three groups (Experimental group I – G2, Experimental group II – G3 and control group – G1). For measures to evaluate the effectiveness of the intervention program with the students, a pre-post design of repeated measures was used, using a Previous Day Food Questionnaire (PFDQ); a declarative knowledge questionnaire on healthy eating and oral health; a scale of self-regulation for health and a scale of self-efficacy for health and two evaluations of physical measures, body mass index - BMI and simplified oral hygiene index - IHOS. All the instruments were validated for the Brazilian context in another study a used in this research. Results: Data from selected schoolchildren from eleven elementary schools were allocated to the treatment groups and measured at five times and six dependent variables (AR_AL and AR SB - self-regulation of healthy food and oral health, AE_AL and AE SB - self-efficacy healthy eating and oral health, CD_AL and CD SB - declarative knowledge healthy eating and oral health, FV_AL FV SB - fruits and vegetables healthy eating and oral health, IMC_AL - body mass index, UP_AL and UP SB - ultraprocessed foods and oral health and IHOS_SB - simplified oral hygiene index). As the means of Group 3 increased (AR_AL and SB, AE_AL and SB, CD_AL and SB, FV_AL and SB and IHOS_SB - good oral hygiene) or decreased (IMC_AL - overweight and obesity and UP_AL) over time, there seems to be an improvement consistent with participants' measures over time. Therefore, in this case, the program implementation time is crucial to evaluate the effectiveness of the intervention. Conclusions: This intersectorial action of health promotion (PSE) and self-regulation focuses on the contribution to the construction of new devices for behavior change and healthy habits. PSRH has helped to reduce children's health problems, as well as strengthened public policies to promote healthy eating and oral health in schools, as well as helped to change health habits (eg increase fruit and vegetable consumption and improve hygiene and toothbrushing in relation to oral health).
Description: Tese (Doutorado)-Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde, Fundação Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre.
metadata.dc.rights: Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual 4.0 Internacional
metadata.dc.relation.requires: Adobe Reader
metadata.dc.date.date-insert: 2019-03-15
metadata.dc.type: Tese
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