Please use this identifier to cite or link to this item: http://repositorio.ufcspa.edu.br/jspui/handle/123456789/509
Files in This Item:
File Description SizeFormat 
[TESE] Broilo, Mônica CristinaTexto integral1,39 MBAdobe PDFView/Open
Title: Percepções e atitudes maternas referentes às práticas alimentares adotadas para si e para seu filho nos primeiros anos de vida
Authors: Broilo, Mônica Cristina
metadata.dc.contributor.advisor: Levandowski, Daniela Centenaro
metadata.dc.contributor.advisor-co: Stenzel, Lucia Marques
Issue Date: 2016
Keywords: Percepção
Mães
Criança
Hábitos Alimentares
Mulheres
[en] Perception
[en] Mothers
[en] Child
[en] Feeding Behavior
[en] Women
Abstract: Objetivos: o objetivo desta tese foi de analisar as percepções e as atitudes maternas referentes às práticas alimentares adotadas para si e para seu filho nos primeiros anos de vida, bem como as características maternas e familiares que podem estar associadas a estas percepções e atitudes. Para tal, foram desenvolvidos dois artigos científicos. O primeiro objetivou analisar a percepção materna sobre as práticas alimentares adotadas para si e para seu filho nos primeiros anos de vida, assim como as possíveis características maternas e familiares envolvidas nestas percepções. Já o segundo, foi identificar os tipos de estratégias utilizadas por mães de crianças de 2 a 3 anos de idade para estimular/garantir o seu consumo alimentar, bem como sua percepção sobre estes comportamentos, além de investigar características maternas e familiares que podem estar associadas aos diferentes tipos de estratégias empregadas pelas mães. Métodos: os achados da presente tese derivam de um estudo maior, que teve um delineamento de ensaio de campo randomizado por conglomerados. Foram identificadas gestantes atendidas durante o terceiro trimestre gestacional em unidades de saúde de Porto Alegre/RS. Estas tiveram suas crianças acompanhadas por meio de visitas domiciliares aos 6 a 9 meses, 12 a 16 meses e 2 a 3 anos de idade. Para os artigos que compõem essa tese, a amostra foi tratada como uma coorte aninhada a um ensaio de campo randomizado, pois a intervenção realizada no estudo original não teve impacto sobre as variáveis aqui analisadas. Todos os procedimentos realizados para este estudo foram analisados e aprovados pelo Comitê de Ética em Pesquisa da presente Universidade. Resultados e Conclusões: os resultados obtidos mostraram que as percepções maternas sobre alimentação saudável diferiram para si e em relação ao filho, embora os critérios que norteiem estas percepções tenham se apresentado de forma semelhante. A escolaridade materna foi associada às percepções maternas de forma diferente, considerando as percepções em relação à própria alimentação e à alimentação da criança. Ainda, mães de crianças aos 2 a 3 anos de idade referiram utilizar inúmeras estratégias objetivando o consumo alimentar infantil considerado adequado por si próprias, muitas vezes sem intenção ou percepção clara sobre essa utilização. Características como a idade e a escolaridade mostraram-se associadas aos tipos de estratégias utilizadas. Estes achados demonstram a importância do estudo da percepção no que tange às práticas alimentares maternas para crianças nos primeiros anos de vida, indicando o quanto as percepções maternas podem estar relacionadas às suas práticas referentes à alimentação, tanto para si quanto para seu filho. Assim, ações voltadas à educação alimentar e nutricional na primeira infância devem levar em considerações os aspectos subjetivos das mães, visando a maior efetividade.
metadata.dc.description.abstract-en: Objectives: This thesis aimed to analyze mothers’ perceptions and attitudes about the dietary practices they adopt for themselves and for their children in the first years of life as well as the maternal and family characteristics that may be associated with these perceptions and attitudes. Two scientific articles were developed for this purpose. The first article aimed to analyze mothers’ perceptions of the dietary practices they adopt for themselves and for their children in the first years of life as well as the potential maternal and family characteristics involved in these perceptions. The second article aimed to identify the types of strategies used by the mothers of children aged 2-3 to stimulate/ensure their food consumption as well as their perceptions of these behaviors and also to investigate the maternal and family characteristics that may be associated with the different types of strategies used by the mothers. Methods: This thesis’s findings are derived from a larger study (a cluster randomized field trial). Women in their third trimester of pregnancy were identified at public health clinics in Porto Alegre, Brazil. The children of these mothers were followed through home visits at age 6-9 months, 12-16 months and 2-3 years. For the articles that comprise this thesis, the sample was treated as a nested cohort to a randomized field trial, as the intervention conducted in the original study had no impact on the variables analyzed here. All procedures performed for this study were reviewed and approved by the Research Ethics Committee of this University. Results and Conclusions: The results obtained showed that the mothers’ perceptions of healthy eating differed for themselves and for their children, although the criteria that guided these perceptions were presented in a similar manner. Maternal educational level was associated with different maternal perceptions, both in regard to their own diets and those of their children. The mothers of the children aged 2-3 reported using several strategies to promote their children’s food consumption that they considered appropriate for themselves—often without clearly intending or perceiving this use. Characteristics such as maternal age and educational level were shown to be associated with the types of strategies used. These findings demonstrate the importance of studying perceptions of maternal feeding practices for children in the first years of life, indicating to what extent mothers’ perceptions may be related to their dietary practices—both for themselves and for their children. Thus, actions to promote dietary and nutritional education in early childhood should consider the subjective aspects of mothers in order to be more effective.
metadata.dc.rights: Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual 4.0 Internacional
metadata.dc.relation.requires: Adobe Reader
metadata.dc.date.date-insert: 2017-08-01
metadata.dc.type: Tese
Appears in Collections:PPGCS - Teses



Creative Commons
This item is licensed under a Creative Commons License