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[DISSERTAÇÃO] Viero, Carolina Cabral de MelloTexto integral2,33 MBAdobe PDFView/Open
Title: Subclassificação de indivíduos com dor lombar: implicações no controle postural e comparação a indivíduos saudáveis
Authors: Viero, Carolina Cabral de Mello
metadata.dc.contributor.advisor: Pagnussat, Aline de Souza
Issue Date: 2016
Keywords: Dor Lombar
Equilíbrio Postural
[en] Low Back Pain
[en] Postural Balance
Abstract: Introdução: A dor lombar (DL) é uma das maiores causas de incapacidade a nível mundial. Estima-se que trinta por cento dos sujeitos com DL irão desenvolver dor lombar crônica (DLC), e que 80% de todos os casos de DL não são atribuídos a uma patologia específica. Esse grupo recebe a denominação “Dor Lombar Crônica não Específica” (DLCNE) e é caracterizado por grande heterogeneidade. Sistemas de classificação para DLCNE em subgrupos homogêneos são uma estratégia interessante para aumentar a eficácia do tratamento e o esquema de classificação O'Sullivan (ECO) é inserido neste contexto. Sabe-se que os indivíduos com DLCNE podem apresentar deficiências no controle do motor, podendo ocasionar alterações no controle postural. Objetivo: investigar o controle postural em indivíduos com LBP, classificados de acordo com a ECO, comparando-os com controles saudáveis. Métodos: Este é um estudo observacional; 43 indivíduos com DLCNE e 39 controles saudáveis foram incluídos. Sujeitos com DLCNE foram classificados de acordo com o ECO em três grupos: 1) Padrão Flexor (PF); 2) Padrão de Extensão Ativa (PEA); 3) Padrão de Extensão Passiva (PEP). O equilíbrio estático foi avaliado por meio de estabilometria. As variáveis do Centro de Pressão COP foram calculadas nos domínios de tempo e frequência, nas condições de olhos abertos (OA) e olhos fechados (OF). Os dados foram analisados pelos testes de Kruskal-Wallis e ANOVA de uma via. Resultados: Em relação à análise global e estrutural do COP, não houve diferença nas variáveis comparando grupo DLCNE e o grupo controle (GC), independentemente do sistema subclassificação. Na condição de OF, o Grupo PF (p = 0,019) e GC (p = 0,03) demonstraram aumento na velocidade média do COP na direção ântero-posterior (AP). A velocidade média total do COP na direção AP também foi maior na condição de OF no Grupo PF (p = 0,006), PEA Grupo (p = 0,006) e GC (p = 0,002). O grupo PEA apresentou maior frequência média AP (p = 0,039) na condição OF. A banda de frequência do COP em 50% AP aumentou no grupo PEA (p = 0,002), grupo PQ (p = 0,024) e GC (p = 0,017) na condição OF. A frequência de pico na direção AP foi maior na condição OF para o grupo PEA (p = 0,002; p = 0,009) e GC (p = 0,023). O pico de frequência AP foi maior no grupo PEA em relação PEP na condição OF (p = 0,007). Conclusão: Não houve diferenças nas variáveis do COP entre o DLCNE e GC, mesmo submetendo esses indivíduos a um sistema de classificação. A diferença encontrada entre PEA e PEP parecem estar relacionadas ao fato de o PEP utilizar estratégias posturais mais relacionadas com estruturas não-contráteis, proporcionando um padrão COP mais estável, mesmo na condição OF. Ademais, são necessários futuros estudos investigando possíveis diferenças no equilíbrio dinâmico em atividades funcionais, de acordo com o esquema de classificação O'Sullivan para dor lombar crônica não específica.
metadata.dc.description.abstract-en: Background: Low back pain (LBP) is one the leading cause of disabity worldwide. Thirty percent of the subjects with LBP will develop chronic low back pain, and 80% of the cases are not attributed to a specific pathology. This group receive the non-specific LBP (NSLBP) denomination and is characterized for the wide heterogeneity. Classification systems of NSLBP into homogenous subgroups are an interesting strategy to increase treatment efficacy and the O‟Sullivan Classification Scheme (OCS) is inserted in this context. The subjects with NSLBP may have motor control impairments, may cause postural control changes. Aim: to investigate the postural control in subjects with LBP, classified according to the OSC, comparing them with healthy control pairs. Methods: This is an observational study; 43 subjects with NSLBP and 39 healthy controls were included. NSLBP subjects were classified according the OCS in three groups: 1) Flexion Pattern (FP); 2) Active Extension Pattern (AEP); 3) Passive Extension Pattern (PEP). Static balance were assessed through postural sway, by means of stabilometry. COP variables were calculated in the time and frequency domains. Data were analyzed by Kruskal-Wallis and One-Way ANOVA. Results: For the global COP analysis and the structural analysis, there were no difference in the parameters comparing NSLBP group and CG group, regardless of subclassification system. When in CE condition, the FP Group (p=0.019) and the CG (p=0.03) showed increase in COP mean velocity in anterior-posterior (AP) direction. The COP total mean velocity in AP direction was also greater in CE condition in the FP Group (p=0.006), AEP Group (p=0.006) and CG (p=0.002). The AEP group presented a greater mean AP frequency (p=0.039) in the CE condition. The COP AP power frequency in 50% has increased in the AEP group (p=0.002), FP group (p=0.024) and CG (p=0.017) in the CE condition. The peak frequency in the AP direction was greater in CE condition for the AEP group (p = 0.002; p=0.009) and CG (p=0.023). Freq_peak_ap was greater in the AEP group compared to PEP group in the CE condition (p=0.007). Conclusion: In conclusion, our results showed no differences in the COP variables between the NSLBP and control group, even subjecting these patients to a NSLBP classification system. The difference found between AEP and PEP groups appear to be related to the fact the PEP group use postural strategies more related to non-contractile structures, providing a more stable COP standard, even in the CE condition. Thus, future studies are needed to investigate possible differences in dynamic balance during functional activities, according to the O'Sullivan classification scheme for chronic non-specific lower back pain.
Description: Dissertação (Mestrado)-Programa de Pós-Graduação em Ciências da Reabilitação, Fundação Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre.
metadata.dc.rights: Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual 4.0 Internacional
metadata.dc.relation.requires: Adobe Reader
metadata.dc.date.date-insert: 2017-01-05
metadata.dc.type: Dissertação
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